Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
Jovem, jovem burguês
Alan Daniel de Brito Mello

Jovem, jovem burguês
A mente vazia, a vela se apaga
Diagnóstico imperfeito da precisão
Torna-se um reduto de poeira, suja e feia
Poesia notória na sua construção. É melhor acreditar!
Olha-se para um lado, nada
Olha-se para o outro, nada
Olha-se para cima, nada
Olha-se para baixo, o chão
O ideal já não supri o real
O não ideal já começa a ser considerado
Nossas verdades evaporam com o vento
E dizem que tudo isso é normal
Família, intocável família
Com suas crenças de proteção
Conservam o que não querem para si
Espalham o terror alheio
Os filhos não obedeçam mais
E os pais dormem tranquilos
Na falsidade do amor
Com os lábios do sabor
No beijo de Judas
Dormem com o inimigo
Se na perspectiva contraditória do saber
A razão mantém o carnaval
E se vejo o futuro a fulgurar no horizonte
O presente me traz obrigações !
O presente me traz obrigações !

Há a opinião dos sábios
Há o conselho dos amigos
Há a benção da mãe
Há a repreensão do pai
Trilhamos o caminho a prosseguir
Prosseguimos o destino que nos mandar
Mandamos nas escolhas a seguir
E seguimos linearmente para não cansar
Nessas próximas quatro linhas, vos escreve o poeta
Proximidade com o leitor, formalidade que julgam respeito
Na verdade não falo assim, mas escrevo assim
Segunda pessoa do plural, que merda!
Na angústia nota-se o sinal de interrogação, não?
Vivemos ou sobrevivemos?
O desamparo nos ampara naquele momento de solidão
Em certas circunstâncias quero ser encontrado
Já em outros não!
Observam-nos até naquela situação na qual necessitamos de privacidade
Não olhe bruscamente para o lado, senão irá machucar o olho
Fixamente designa algo para a sua história
Construa seu próprio ideal
Julgue a si mesmo, e não aos outros
O mundo faliu, já era!
Haverá outro com certeza
Melhor? Não tanta certeza assim
Mas não considere esse escrito
Porque aqui é apenas uma visão individualizada
De um jovem Burguês na contramão

Número de vezes que este texto foi lido: 65699


Outros títulos do mesmo autor

Poesias A multidão Alan Daniel de Brito Mello
Poesias Se errei, desculpa-me Alan Daniel de Brito Mello
Poesias A poeia surge do nada Alan Daniel de Brito Mello
Poesias Chamado de AniaKoK Alan Daniel de Brito Mello
Poesias Canto aos Pensamentos Alan Daniel de Brito Mello
Poesias Poesia Complexa Alan Daniel de Brito Mello
Poesias Tudo que é meu, tudo que sou eu Alan Daniel de Brito Mello
Poesias Verbos Amorosos Alan Daniel de Brito Mello
Poesias Jovem, jovem burguês Alan Daniel de Brito Mello
Poesias A Morte e a Sorte Alan Daniel de Brito Mello

Páginas: Próxima Última

Publicações de número 1 até 10 de um total de 26.


escrita@komedi.com.br © 2026
 
  Textos mais lidos
Sangria desatada - Flora Fernweh 75979 Visitas
HISTÓRIA DE CINCO ROSAS - MARCO AURÉLIO BICALHO DE ABREU CHAGAS 71277 Visitas
DOIS CORAÇÕES - orivaldo grandizoli 70980 Visitas
Carta Tardia - Fernando Rodrigues dos Santos 70625 Visitas
O SABICHÃO - Robério Pereira Barreto 70443 Visitas
Essa não é mais uma carta - Fernando Rodrigues dos Santos 69706 Visitas
RPG. - Kady Barker 69504 Visitas
A mulher grávida - Flora Fernweh 69402 Visitas
Perolado de Carmim - José Ernesto Kappel 69341 Visitas
Computador formatado, ano novo! - Vander Roberto 69308 Visitas

Páginas: Próxima Última