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  Texto selecionado
SOB O MESMO PARAÍSO 9 NOVEL 16 ANOS
COM IONE AZ
ricardo fogzy

Resumo:
BOM

- Quase isso, mais vamos comer, está pronto?
      - Agora.
      Suellen serve a comida para Marluce e ambas se deliciam, tendo como companhia o vinho.
      - Esta ótimo.
      - Obrigada.
      A conversa é rodeada por risos e alguns gritos de alegria, lá fora, do outro lado da rua, num carro de aplicativo, Marcos fica a espreitar o local.
      - E então senhor?
      - Vamos dar uma volta, depois retornaremos.
      - Como quiser senhor.
      Marluce termina de degustar um licor de pitanga que trouxera para Suellen.
      - Nossa, mais é muito bom.
      - Tenho que concordar e olhe nbão sou lá tão fã desse tipo de bebida.
      - Pois eu amei, muito bom mesmo. Marluce olha para o relógio na parede.
      - Nossa, olha a hora, colega tenho de ir, daqui umas duas horas terei de estar pronta para abrir o salão.
      - Vai abrir mais cedo hoje?
      - Não, mais vai ter uma espécie de reuniões de figurões da sociedade.
      - Sei, aquele tipo de reunião?
      - Tá vendo, só uma noite e pronto já deixou saudade em vários dali, você já é assunto entre todos.
      - Acho que não, sabe, falo coisas assim sem pensar.
      - Pensando ou não, mulher, se abra para a vida, deixe de lado o sofrer e siga para o viver.
      - Vou fazer isso, estou quase ao passo final desse jogo arriscado.
      - Se me consultasse sobre isso, eu te diria no ato, abandona e fuja.
      - Não posso Marluce, cheguei até aqui e outra, tem muita gente atrás deste resultado.
      - E qual seria?
      - Marluce, por favor
      - Só não procure o óbvio, sua morte.
      - Eu sempre soube dos riscos.
      - Não querida, a gente pensa que sabe, mais na realidade ao ficarmos frente a elas a gente treme em medo.
      - O medo é um amigo para mim, por isso o controlo muito bem.
      - Não se esqueça, um homem é capaz de tudo quaqndo se sente acuado, no seu caso, Marcos é pior de todos.
      - Acha que ele vai me procurar?
      - Não estranharia que ele estivesse lá fora.
      - Já dei algumas olhadas, só havia um táxi, mais depois saiu.
      - É ele?
      - Será?
      - Eu vou indo, por favor Suellen tranque tudo e não fique de bobeira aqui fora.
      - Ele não vai me fazer mau.
      - Querida, ele nunca deixou uma mulher sair assim, como você saiu.
      - O que sabe sobre ele Marluce?
      - Já me perguntou isso, mais o que vou te dizer é que por sua segurança, fique bem longe dele e se mantenha fechada aqui.
      - Nossa, Marluce.
      - Assim que eu chegar te mando um dos meus seguranças para que fique aqui.
      - Não precisa de tanto amiga.
      Marluce segura firme as mãos de Suellen.
      - Você conheceu o diabo, dormiu com ele, comeu, ainda quer se arriscar.
      - Do jeito que diz até parece que posso ser morta por ele.
      - Não duvide, ele é capaz de tudo, tudo.
      Após alguns minutos ali no portão, Marluce se despede de Suellen quando pára um carro amarelo próximo a elas.
      - Olá Marluce, oi amor, finalmente te encontrei Nancy.
      - Não sou Nancy, o que faz aqui Marcos, você mesmo me mandou embora......
      - Não, não me lembro disso, o que sei é que você é meu grande amor, minha mulher.
      - Vai embora.
      - Por que, acabei de chegar, acho que Marluce é quem deve ir.
      - E se eu quiser ficar?
      - Mais não vai querer, você vai entrar nesse carro e depois falaremos.
      - Não.
      - Marluce eu não estou te pedindo, estou te ordenando.
      - Você não manda em mim e nem nela, quer saber, vou ficar.
      - Agora vai.   Diz Suellen ali para ela.
      - Não, não vou te deixar assim, este home é ruim eu sei bem do que ele é capaz.
      - Não ouviu ela dizer, vai logo Marluce.
      - Marcos por que você não vai, amanhã de manhã você retorna e fala com ela, ela está e precisa de descanso, vai entre querida.
      Marcos traz Marluce para si presa ao pescoço, Suellen grita, o motorista arranca com o carro e as deixa ali com Marcos.
      - Marcos solta ela, você vai mata-la.
      - Não perco nada, ela tem de colocar no lugar dela ou seja o de puta, por que Marluce não passa disso, é uma puta barata e cafetina.
      O motorista que trouxe Marluce vem até eles com arma em mãos, ela se desvencilha dele e corre atrás do motorista.
      - Vai embora Marcos.
      - Tudo bem, se é isso que querem, estou indo.
      Marcos faz gesto com a cabeça e começa a caminhar em direção do seu carro que havia o trazido já que o seu motorista retornara, mais ele se vira e rapidamente atira no motorista e em Marluce.
                        11092019.................

                                   

       - Agora vai, não grita e entra no carro.
       - O que você fez Marcos, você a matou.
       - Para de falar e entra no carro.
       - Você a matou.   Grita Suellen que leva uma coronhada no rosto caindo, desmaiada é levada para dentro do veiculo, o motorista intervém.
       - Que porra é essa, não vou participar diss........    Marcos dá um tiro no homem e o retira do carro.
       O veiculo segue em alta velocidade até o cais, ali Moisés o aguarda, Suellen é colocada na lancha e os 3 seguem para a ilha.
       Alguém chama a policia que chega até a rua onde marluce e o motorista estão mortos.
       - Meu Deus, o que houve aqui?
       - Essa não, não é dona do puteiro do jardim São Luis?
       - Vamos logo, chama o rebecão, essa ai agora vai tocar casa de tolerância junto do capeta.
       - Já deve estar lá.   O sargento vem a eles e os chama atenção pelos comentários desnecessários que estão ouvidos por outros ali, logo a cientifíca chega e começa a procura de pistas e recolho de digitais ali.
       Marcos liga para Sofia ainda muito nervoso, possuído pelo seu ódio relata o acontecido para ela.
       - O que houve?
       - Merda, falei para ti, aquele trouxa fez merda na porra toda.
       - Você vai lá?
       - Lógico Francisco, não posso deixar que sobre pra gente.
       - Faz bem.   A mulher pega sua jaqueta de couro e vai até a porta.
       - Sabe, sempre me pergunto, até quando vai encobrir as morte4s e sujeiras do seu macho?
       - O que diz?
       - Já lhe disse Sofia, sempre soube que você trepa com ele ás minhas costas.
       - Pelo que me lembro não tenho nada sério contigo.
       - Olha só a porra que você esta dizendo, sua vagabunda suja, eu te tirei do lixo, daquele mesmo lixo que esse verme ai agora esta se danando.
       - Cale a boca. Francisco vai até ela e a segura.
       - Presta atenção, aqui quem fala alto sou eu, você é somente a piranha irmã que trepa com o irmão e encobre, enterra toda sujeira dele, agora fica pianinho que o plano mudou.
       - Que plano, ficou louco?
       - Deixa ele se fuder, você fica e depois eu vejo o que faço contigo.
       - Não, não hoje e nem nunca. Sofia tira um canivete do bolso e golpeia Francisco na barriga, o homem cambaleia e a solta, ela aproveita e o finaliza com 3 tiros de sua pistola.
       - Agora vá se fuder no inferno, puto de merda.
       Francisco ali estendido no chão, vários seguranças entram ali e inicia troca de tiros, Sofia derruba uns 5 e foge pela janela da cozinha.



          Em um carro de aplicativo, Sofia segue para o cais, Luis aguarda com a lancha pronta para seguir para a ilha, ela entra nesta, ele dá partida.
     Moisés pára no barranco, Marcos sai com Suellen que ainda esta tonta devido ao golpe.
     - Espere aqui.
     - Mais Marcos.
     - Tô falando porra, já volto.
     Ele decide por deixar Suellen ali caída e segue para a casa, logo retorna com uma bolsa suja de terra e algo que ali coloca dentro da calça.
     - Me ajuda aqui.
     - O que vai fazer?
     - Anda logo Moisés, me ajuda a colocar a vadia de volta na lancha.
     - Olha Marcos, já te ajudei muito em suas loucuras, só que dessa vez tô sentindo algo, isso vai dar merda.
     - Cale a boca e me ajude.
     - Tá certo. Moisés ajuda a colocar a mulher na lancha, Suellen vai melhorando, q1uando abre a boca para gritar, Moisés lhe faz sinal para que continue em silêncio e ela decide por obedecer, Marcos olha para ele de soslaio.
     - O que foi Moi, vai mudar de lado?
     - O que esta dizendo?
     - Quer ficar com ela, qual é cara vai mesmo querer me vacalhar?
     - Você é louco, pare com isso Marcos.
     - Vamos logo sair daqui.
     A lancha sobe o rio e quase uma hora depois para numa faixa de areia, acima, mata fechada porém olhando melhor há uma cabana meio que abandonada em meio a vegetação.
     - Pare ali naquela pedra por perto.
     - E se tiver um banco de areia por ali?
     - Molenga, conheço este lugar como a palma da minha mão.
     - Será?
     - Vai me dê o leme, eu paro.
     Marcos manobra a lancha e pára bem perto da areia, ele joga suas coisas nesta e pula, na água pede para que Moisés lhe passe Suellen.
     - Marcos isso não é certo.
     - Qual é Moi, faz logo o que estou pedindo.
     - Tá.
     Moisés joga a mulher na água, Marcos a pega e a deixa na areia, de volta na lancha, Marcos paga o homem e pega suas ultimas coisas ali.
     - Já posso ir?
     - Claro, mais olhe, você não sabe de nada.
     - Como sempre.
     - Sim.
     - Então boa sorte.
     - Para ti também e bom retorno.   Moisés se vira para ir ao leme.
     - Não vejo a hora de tomar uma e esquecer tudo.
     - Faz bem, só não hoje.
     Ele se vira e recebe 2 tiros que Marcos dispara, Moi cai morto, Marcos assume o leme e leva a lancha para um trecho mais adiante, derruba o corpo do homem na água e deixa a lancha escondida entre as folhagens e galhos que avançam na água.
     A nado ele retorna para a areia, logo dá conta da falta de Suellen.
     Em meio a mata, a mulher se esconde, sem ter medo dos perigos e animais ali existentes.
     Marcos vai á passos lentos, chamando por ela enquanto prepara sua arma com dardos tranquilizantes.
                                              15092019............



                      Sofia sai de sua casa na ilha com 2 malas, Luis traz algumas caixas até a margem, ela deixa a bagagem junto do homem e segue para o que restara da casa de Marcos.
       Ali em meio as cinzas, paredes escuras, alguns escombros, ela procura até achar uma portinhola no chão, o cadeado já esta aberto.
       - Desgraçado.
       Ela abre esta e retira algumas pastas, caixas e uma lata de biscoitos.
       Olhando de um lado e de outro, Sofia abre esta lata, dentro 1 pistola e muitas munições.
       - Filho da puta, levou a outra.
       Ela guarda a arma atrás na cintura e as balas ela coloca algumas na bolsa e outras no bolso, deixando antes a arma carregada.
       De longe, Luis faz fotos e vídeo da mulher até que decide ir a ela.
       - Já podemos ir, senhora?
       - Por favor Luis, não precisa ser tão formal, só vou entrar onde era o quarto de Marcos.
       - Procura por algo?
       - Acho que sim, pode levar estas coisas para a margem junto das outras?
       - Sim senhora.
       Sofia segue para o quarto, Luis recolhe as coisas e segue para a margem, ela ali, procura entre os cacos deixados pelo fogo, na mobília por algo.


       - Achei.
       Ali ao fundo de um armário de roupas, ela pega uma pasta verde que esta chamuscada.
       - Pelo menos isso, agora só tenho de te encontrar.
       Toca o celular dela, Marcos lhe dá as suas coordenadas, Sofia sai dali, na margem ajuda Luis com as coisas para a lancha.
       - Vamos sair logo daqui.   
       - Para onde senhora?
       - Ligue o motor, vamos rio acima. Luis ascente e segue para o leme, Sofia confere as coisas nas malas e bolsas, Luis pega o celular e manda algumas mensagens por aplicativo.
       - O que houve?
       - Nada, já vamos partir.
       - Melhor assim.
       O piloteiro liga o motor e logo a lancha segue rio acima, Sofia caminha até Luis, parando a suas costas.
       - E ai, ficaram boas?
       - O quê senhora?
       - As fotos que você fez de mim na ilha.
       - Não sei o que diz senhora.
       Logo ele sente a arma tocar-lhe as costas.
       - Sabe Luis, você nunca me enganou, demorou um pouco mais eu fiz uma pequena investigação e adivinha, descobri algumas coisas.
       - Não faço idéia do que diz, senhora.
       - Que você e aquela vagabunda que enfeitiçou meu mano são na realidade policiais de um grupo especial, agentes.
       - Policiais?
       - Agentes, nossa, nunca achei que nosso país, esse país de merda tem esse tipo de serviço, vocês são espiões.
       - Senhora.
       - Pare de fingir e se vire bem devagar.
       O homem obedece ela e vai se virando aos poucos, até que ao ficar frente a ela, ele move o leme rapidamente, a lancha sofre um solavanco, a arma cai da mão dela, inicia-se ali uma luta e Luis consegue render a mulher, Sofia ali presa por ele, tenta usar de charme, mais Luis dá um fraco e se vira, ficando de costas para ela, a mulher lhe dá uma rasteira, Luis cai batendo a cabeça num degrau do piso deck.
       - Seu idiota, acha mesmo que pode me vencer?
       Sofia amarra o homem e assume o comando pilotando a lancha, Luis ali caído desacordado.
                                             17092019...............



Biografia:
ler e escrever é minha vida assim
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