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RAFAEL CAP FINAL NOVEL LGBT 18 ANOS
DE PAULO FOG
ricardo fogzy

Resumo:
PARA MAIORES DE 18 ANOS


            Seis meses depois - Ali em uma cama king size de hotel de boa qualidade, Murilo aproveita a companhia e a vista para lá de paradisíaca de Foz do Iguaçu, Rafa nú ao seu lado adormecido, ele levanta da cama e segue nú até a janela se espreguiçando e retorna, pega um roupão branco e o veste, pede o café no quarto e logo vem o funcionário com o carrinho a trazer um excelente desjejum matinal.
    - Obrigado.
    - Sim senhor, disponha de nossos serviços. Murilo lhe dá um algum e o segue com os olhos, um rapaz de seus 22 anos, corpo esguio mais de uma bunda bem provocante.
    - Delicia. Ele solta isso de forma quase inaudível.
    - O que foi amor?
    - Acordou?
    - Bom dia.
    - Bom dia.
    - Que tal um beijo?
    - Até dois.   Murilo vai até ele para beija-lo mais é pego de surpresa por Rafa que o traz para si, ali em cima dele, Rafa olha em seus olhos.
    - Quer dizer que o rapaz do café é delicia, é?
    - Hein?
    - Já vi tudo, você vai ser daqueles velhotes safados a cantar os novinhos que se apresentem a ti.
    - Acho, não vai ser preciso se apresentar. Risos.
    - Cafajeste gostoso. Mais beijos e logo Murilo se desfaz do roupão.
    - Eu queria ficar assim contigo por todo o sempre.
    - Pare, iria ser o trágico entre a gente.
    - Por quê?
    - Por que precisamos nos manter, trabalho, sociedade enfins.
    - Como sempre o novinho mais intelecto que o mundo possui.
    - E delicia?
    - Sempre. Mais beijos e risos.
    Guilherme termina de vestir a camisa e Bruno lhe coloca a gravata.
    - Estou bem?
    - Bem gato.
    - Olha que eu acredito.
    - Você já sabe que o é.
    - Te amo.
    - De novo.
    - Sempre vou te amar.
    - E a Vanessa?
    - O que tem?
    - Já a esqueceu?
    - Amor, Vanessa morreu, além do mais nós ja havíamos terminado.
    - Te quero.
    - Agora, só depois que eu volte.
    - Vou contigo.
    - Quero mesmo tua carona.
    - Acho bom. Risos.
    Guilherme passa e Bruno atrás fecha a porta, no carro seguem para o primeiro dia de trabalho de Gui, na imobiliária de um amigo de Bruno.
    - Obrigado.
    - Pelo quê?
    - Por ter conversado com seu amigo e garantido minha entrevista e agora olhe, vou trabalhar.
    - Sabe, cada dia que fico mais com você, sei do que é capaz e de sua sinceridade.
    - Nossa, falando assim vou ter que te amar agora, aqui.
    - Nem ouse, afinal quero o meu amor trabalhando e confiante.
    - Te amo de verdade.
    - Eu também seu bobinho. Risos.
    Cláudia desce do táxi e ali no portão do cemitério olha para a placa de aviso: " AQUI ÉS O ULTIMO DESCANSO PARA UM NOVO AMANHECER."
    - Muito linda essa frase.
    - Sério, a senhora gostou?
    - Senhora?
    - Me desculpe, você, me chamo Gustavo.
    - Gustavo.
    - Sou o encarregado deste local, tomo conta do pessoal aqui.
    - Sei, olha, esta muito bem cuidado aqui.
    - Tem familiar aqui?
    - Uma funcionária, ex funcionária, ex funcionária.
    - Nossa, é dificil uma patroa vir visitar seus funcionários, ex funcionários.
    - Pois é, e olhe, ela não era das melhores.
    - Entendo.
    - Mais já que estamos aqui a conversar, o senhor bem que poderia me acompanhar até a sepultura dela.
    - Já ia lhe dizer isso. Risos.
                                03122019....................


      





      - Quem diria, já é natal.
      - Pois é.
      O pessoal da agência esta todo em alegria, Cláudia trouxera os enfeites natalinos, uma grande árvore de natal é posta próximo a entrada.
      - Acho lindo.
      - Não mais que você.
      - Bobo.
      - Já percebeu, a gente esta mais que bobos, um a zuar o outro.
      - Lógico, por que a gente se ama.
      Rafa dá um ligeiro selinho em Murilo, Cláudia passa por eles dando uma leve tossida.
      - Nos desculpe, foi impulso, só isso.
      - Seus bobinhos, agora venham me ajudar com estes enfeites para a árvore, quero este lugar em ouro de tanto brilho.
      - Por que será hein?   Risos.
      - Tá bom, bem, deixe-me ver, lógico, meu amor boy vai vir comemorar o natal com a gente.
      - Sério?
      - Demorou né gente, afinal estou viva.   Vibra ela ali com eles.
      Já perto das 8 da noite, todos em roupas formais, com seus familiares, muitas crianças e uma mesa para lá de farta, assados, frutas, bebidas, refri, sorvete, sobremesas e pães.
      Murilo se aproxima de Rafa e olha para este, Rafael limpa os olhos.
      - O que foi amor?
      - Nada, sabe, fico a pensar em diversas pessoas que gostariam de ter pelo menos um prato desses.
      - Amor, que coração que alma limpa, te amo.
      - Eu também te amo.
      Cláudia se aproxima dos dois.
      - Oi gente, meus lindos, este aqui é o Gustavo, nós estamos nos conhecendo, estamos juntos pronto.
      - Oi Gustavo.
      - Oi.   Murilo e Rafa recebem ele ali com abraços, Cláudia o apresenta a todos os funcionários e conhecidos ali.
      Guilherme e Bruno ali no apartamento, estouram um espumante, na mesa, frango assado, arroz á grega e de sobremesa um mousse de chocolate.
      - Que nossos novos natais venham com alegria e paz.
      Gui derruba bebida na camisa, Bruno vem a seu auxilio lhe tirando a peça e levando-a para a área de serviço.
      - Pode deixar que eu cuido disso, amor.
      - Obrigado.
      Bruno retorna logo depois só de cuecas.
      - Opa, parece que o calor se instalou aqui.
      - Calma, vou te mostrar em minimos detalhes tudo que veio instalado.
      Bruno agarra Gui e o beija, este vai com ele para o quarto onde pega o lubrificante e o preservativo.
      - Tomou seus medicamentos hoje?
      - Lógico amor.
      - Te amo.
      - O que acha, quero e muito ficar sempre saudável para o meu love.
      - Te quero.
      - Gostoso.   Ali no tapete, roupas caídas e na cama eles se amam, Guilherme coloca seu relógio no criado ao lado da cama, perto dos medicamentos de Bruno.
      Amanhece, logo ao inicio uma jovem cruza os portões do cemitério, em calça e blusa segue a passos lentos e pede informação aos funcionários dali, seguindo por uma rua onde esta a sepultura de Gislene, ali ela coloca flores e faz suas preces, no local de queima, acende velas, outras preces e segue por outra rua até parar frente a outra lápide.
      - Até que enfim, te achei, tia.   Flores e ela joga bebida em cima da plaquinha.
      - Não te disse que iria vir e agora já estou pronta para assumir o que me deste em vida, descanse em paz, tia linda. Ela sai e ao passar pelo portão na calçada tira os sapatos e os joga em uma lixeira, parado em frente a ela um carro, ela entra neste e sai.
      No antigo prédio onde Anderson mantera seu comando de crimes e outros fins pára o veiculo e a jovem sai.
      Duas fileiras de homens que antes serviam a Anderson e outros a Diolinda ali em formação, ela passa por eles que lhes demonstram total respeito, um deles traz para ela um bauzinho.
      - Obrigado. Ela abre este e pega de dentro um cordão, anel e uma pistola.
      - Bem pessoas, á partir de hoje morreu Valéria a sobrinha de Diolinda e prima bem distante de Anderson, nasce aqui a dona de tudo isso, ai de quem me desafiar, tenho dito.
      O pessoal faz algazarra ao ouvir o pequeno discursso dela, afinal a função esta de volta e a Poderosa agora é quem manda.

                                          



                                                         FINAL.
                                                                                05122019...........



Biografia:
ler e escrever é minha vida assim
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