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ESTRADA DE AÇO 11 NOVEL LIVRE 12 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM


             Lúcia e Silas surgem no jardim fora das muralhas.
     - Minha nossa, isso que fizemos foi..........
     - Bem louco.
     - E agora?
     - Vamos
     Andam alguns metros e logo são cercados por soldados, Duquel vem a eles.
     - E então, conseguiram o que queriam?
     - Vá para o inferno.
     - Depois eu cuido de você moçinha. Duquel olha para Silas e faz sinal para que a siga.
     - Não vou com você.
     - Como ousa.
     - Pare agora, Duquel. Reginaldo vem á cavalo, desce do animal, ficando entre eles.
     - O que veio fazer rei?
     - Já lhe disse, eu mando neste reino.
     - Mais.....
     - Sem mais, se pponha em seus afazeres.
     - Quem é você........
     - O rei. Duquel estremece ao ver a atitude do garoto já javem a olha-la nos olhos de forma um tanto adulto.
     - Vou deixar passar isso.
     - Você não tem que deixar nada, eu mando aqui.
     - Sim rei.
     Lúcia gira a cabeça á procura de alguém e a encontra, mais adiante em meio as flores.
     - Esmeralda.   A princesa fala baixo e realiza ali um envio mágico que chega a bruxa que o corta com um simples estalar de dedos.
     A ministra olha para Esmeralda que entende saindo.
     - Agora vamos todos nos refrescar com o suco que será servido no salão.
     Todos seguem para o castelo , Duquel amassa o seu bracelete que segura nas mãos as costas.
     No salão, todos ali bebem um delicioso suco de cajú, Silas segue para seu quarto, logo a ministra também se retira.
     Lúcia olha para Reginaldo ali e se aproxima dele.
     - Gostei de ver primo, agora sim tomou o controle de tudo.
     Só então ela nota o tremor nas mãos do rei.
     - O que foi Reginaldo?
     - Me diga, você ajudou aquela ordinária?
     - De quem, o que diz?
     - Diga logo Lúcia.
     - Fala de Margot?
     Os olhos de Reginaldo tem um misto de pavor e ódio.
     - Sim, dela que digo.
     - Ela esta bem longe da cadela.
     Num gesto rápido, o rei tem Lúcia presa em sua mão, ele aperta o pescoço da prima.
     - Pare Reginaldo, esta me sufocando.
     - Imbecil, te disse que me levasse, eu tinha de estar junto.
     - Para quê, para confirmar a sua morte?
     - O quê?
     - Agora entendo, sempre esteve do lado da cobra.
     - E você, sabe muito bem, Duquel pode nos destruir.
     - Como, deixe de ser tão fraco, você é o rei.
     - Lúcia, ela quer se livrar dele.
     - De Silas?
     - Sim.
     - Como sabem, achei que já havia tirado isso da mente.
     - Não, ela agora quer mais do que nunca a cabeça dele.
     - Por quê?
     - Não sei.
     - Você não fez nenhuma loucura?
     O rei fica cabisbaixo, ao longe ouve-se os latidos dos cães do canil real, diante aquele silêncio mórbido, Lúcia dá um tapa na face de Reginaldo.
     - O que você fez, diga?
     O rei é sacudido por várias vezes por ela que o deixa cair em choro ali, logo ouve-se um grito, Lúcia corre até o local.
     Ali no quarto, Silas esta caído como que tendo um acesso, de sua boca sai uma espuma.
     - O que houve?
     - Eu entrei e o encontrei assim.
     - Corra, vá chamar algum mestre de ervas, agora.
     - Sim princesa.
     A moça sai a correr e Lúcia tenta ajuda-lo segurando sua cabeça, a vira de lado fazendo-o vomitar.
     - É envenenamento.
     - O quê? Ali em pé na porta, Duquel, 3 soldados.
     - Foi você sua cadela dos infernos.
     - Bem, eu poderia muito bem lhe enxotar daqui á pontapés.
     - O que diz?
     - Veja o que encontrei na sua bolsa.
     - O que é isso?
     - Acho que balinha de anões.
     - Impossível, ele nos deus uma para cada, não sobrou nenhuma.
     - Se restava alguma dúvida, não há mais, ela acabou de dizer.
     - O quê?
     - Você, você matou o garoto, o futuro rei, Silas esta morto, foi morto por suas mãos, bruxinha miserável.
     - Sua louca.
     - Prendam-na. Os soldados prendem Lúcia que segue em protestos para o calabouço.
     Reginaldo vem a ela, olhando-a de baixo.
     - Seu palerma, diga algo, sabes que não seria capaz de tal ato, vai diz.
     - Podem levar. Reginaldo diz ali, ela entra em crise de choro e gritos são ouvidos por todo castelo.
     O corpo de Silas é retirado do quarto e colocado num quarto fora da área principal, ali somente iluminado por 2 velas, Duquel entra junto de Esmeralda.
     - Agora desfaça, não podemos deixar pistas.
     - Sim.
     Esmeralda se aproxima do corpo do garoto e faz um bailar com as mãos e logo este soluça 4 vezes e vomita um liquido verde grosso.
     - Pronto?
     - Sim.
     - Agora deixe-o que morra em paz.
     As duas saem do local, instantes depois uma libélula voando entra por uma fresta na parede.
     Num piscar o quarto é iluminado por forte energia mágica e uma moça alta, cabelos loiros longos se debruça no peito de Silas.
     - Não esta na hora de ir, acorde, tenha bons sonhos e acorde.
     Ela sopra aos ouvidos dele e beija sua face.
     Ao sair ainda deseja que o garoto tenha longa vida, prestigio e saúde abundante.
                                                                  28042019................



       


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