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a historia de que me lembro 18
continuação
cristina

essa pandemia realmente esta afetando o mundo todo. Muito triste ver como o ser humano é frágil, acho que é hora de pararmos tudo para uma reflexão do que mais nos importa. Familia amigos, uma vida mais simples sem tanto acumular bens materiais e focarmos mais numa vida na qual o maior valor venha da divisão, da troca, dos sentimentos..
A vida na aldeia como ja disse é muito gostosa. Não importa o que voce esta vestindo ou calçando, não importa o que tenha dentro de sua casa, nada disso tem valor. Bem come disse anteriormente os dias passavam muito lentamente. Eu não tinha noticias do mundo la fora. Não tinha radio nem comunicação. cada aldeia tinha um radio amador que se comunicava com brasilia e a funai em São pauo, mas eu não tinha acesso. Um indio falava nele quando era necessario. Mas eu achava bom assim. minha realidade era ali. acordava bem cedo tomava um chá quando eu tinha e começava o atendimento de saúde. Nos caipó era mais dor nas costas nas mulheres por cauda do peso que carregam criancas era sarna, machucados verminose, diarréia. As vee pneumonias ai iam pro soro e era a noite toda acordada.
nstitui aos sábados o dia dos bichinhos. Sempre achei que temos que tratar os animais para que não transmitam doenças. No início eles davam risadas mas depois até galinhas traziam para fazer curativos. De noitinha nos reuniamos no centro do pátio e os mais velhos contavam historias, cada um falava como tinha sido seu dia, tudo perto de uma fogueira. comíamos frutas batata doce e mandioca. As adolescentes paqueravam os meninos e as vezes se percebia se dirigindo para o mato, bem disfarçado.
Tudo sem maldade normalmente. O céu em MT geralmente é muito estrelado e maravilhoso. Entãoeu ia para minha rede dormir. Junto com uma multidão de mosquitos enormes e famintos.
Nos 8 anos que morei no xingu tive pelo menos 12 malarias. sso acabou com meu fígado e até hoje sofro.


Biografia:
a historia que me lembro
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