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Deus e um coração voluntário
Patrícia

“E bem sei eu, Deus meu, que tu provas os corações, e que da sinceridade te agradas; eu também na sinceridade de meu coração voluntariamente dei todas estas coisas; e agora vi com alegria que o teu povo, que se acha aqui, voluntariamente te deu.” 1 Crônicas 29.17

Instruindo seu filho Salomão sobre a construção do templo, o rei Davi deu abundante oferta, tomando das suas riquezas ouro e prata. Davi viveu em gratidão e sabia que, se possuía algo, viera das mãos de Deus e Dele era. E convidou o povo a ser grato ao Senhor também, chamando-o a ofertar voluntariamente, sem qualquer constrangimento ou pressão. O povo atendeu ao convite e de modo voluntário ofertou e alegrou-se.
Em 1 Crônicas 29.17 Davi diz que Deus agrada-se da sinceridade do coração. Não basta o ato de dar, mas a motivação dele. Nossa oferta é amorosa e voluntária ou obrigatória? O que damos a Deus que não nos seja imposto? Por que vamos às reuniões ou cultos congregacionais? O que determina a nossa oração cotidiana? Somos forçados a estar com Deus? Qual a razão de nosso serviço ao próximo? A submissão tem sido voluntária? Nossas atividades são realizadas com entrega em devoção?
No livro do profeta Jeremias, capítulo 29 e verso 13 há uma chave para o relacionamento com Deus: Ele só será encontrado se for buscado, procurado de todo coração. Isso demanda voluntariedade de um anseio profundo e legítimo pela presença divina.
Cristo entregou-se à morte em sacrifício perfeito, puro e voluntário por nós. Em João 10.17-18 Jesus diz: “Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai.” E Ele entregou-se por amor a nós, como Paulo diz em Gálatas 2.20: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.”
Somente é possível voluntariedade onde existe amor ao nosso Pai e ao próximo, sem barganhas. O amor nos faz ser voluntários, como Cristo.


Biografia:
Sou cristã, escritora e curitibana. Formada em Letras, com diversos cursos teológicos. Vamos trocar ideias e aproveitar as palavras para expressar as maravilhas da vida.
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