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lua nua
22
paulo azambuja

Pandora e Maxuell experimentam as nuances do prazer, mas é claro que não há amor, ela finje todo momento.
Após a tortuosa experiência, Pandora levanta da cama, veste um robe cor salmão e segue pelo corredor, em um telefone ao fim deste, realiza a ligação com a recepção pedindo um táxi para dali algum tempo, retorna ao quarto veste-se e pega sua bolsa e valise deixando Manuel ali em pleno sono.
Já no táxi faz algumas ligações até que:
- Oi Leonel, precisamos nos falar.
Leonor vai até o esposo que anda de um lado a outro, após um preparo de café ambos tomam.
- O que ela queria?
- Ela quem?
- Tua mãe.
- Como sabe?
- Te conheço Leonel, sei que esta um tanto aos nervos. Um abraço os deixa em sintonia plena.
Jael se sente como que num céu, Bruna desliza os dedos pelo corpo do homem que ama, seu futuro esposo.
- Você me faz a mulher hiper feliz deste planeta.
- Te amo, te quero. Beijos e mais carícias.
Daniel tem pesadelo e rompe o silêncio da madrugada aos gritos, Leonor corre para ampara-lo, com o garoto de rosto apoiado ao colo dela.
- Fique calmo, meu amor, fique calmo. Daniel soluça, com copo de água nas mãos trêmulas, logo Leonor vem com bandeija trazendo chá, o menino sorve tudo, Leonel olha a cena.
Para o carro frente a oficina, Jael desce agarrando a Bruna.
02/09/2016
Leonor termina a faxina na casa, Bruna não pode ajuda-la pois fora as compras junto de Jael para seu enxoval e algumas coisas que terão em sua casa.
- Oi amor.
- Oi.
- Quer ajuda?
- Não, já estou terminando, o almoço também logo estará pronto.
- Sabe que eu te amo?
- Sempre soube. Leonel sai e Leonor após a sua saída vai a cozinha e acerta o sal nos alimentos, nisto ouve o toque do celular.
- Alô.
- Oi Leonor, meu filho esta por ai?
- Sim, vou chama-lo.
- E você tudo bem?
- Sim, mas acho que quem esta muito bem é você.
- Com certeza, agora pode chama-lo?
- Já lhe disse que vou, só quero que saiba Abel, não gosto de surpresas e nem tampouco de truques.
- Truques?
- Sim, igual ao que você fez a nós todos quando foi embora com seus amigos.
- Por favor. Leonor já na oficina entrega o aparelho para seu esposo.
- Sim, mãe.
- Temos conversar.
- Onde a senhora esta?
- Em São Paulo.
- Dê o endereço.
- Sim. Leonel anota numa folha do bloco de orçamento, finaliza a ligação, destaca a folha e segue para a casa.
- E ela esta bem?
- Sim.
- Vai encontra-la?
- Sim.
- Aproveite e pegue o dinheiro para aquilo que combinamos.
- Tudo bem. Leonel entra no banheiro e momento após sai enrolado na toalha, Leonor termina de pôr a mesa para o almoço, ele se aproxima dela beijando-lhe a nuca e segue para o quarto, Daniel entra na sala ás pressas seguindo para o quarto onde deixa a mochila, retorna abraçando Leonor e segue para o berço onde Heleninha tira seu cochilo.
04/09/2016

- Estudou muito?
- Bastante.
- Sabe, acho que deveríamos este fim de semana ir até aquela cachoeira.
- Nossa seria muito bom.
- Será mesmo. Felipe, Bene entram, Leonor lava as folhas de alface e prepara a salada, minutos após todos fazem a refeição, Felipe percebe que Leonor não esta tão feliz com o fato de seu esposo encontrar-se com a mãe.
- Você volta ainda hoje Leonel?
- Sim, Felipe com certeza a noite estarei aqui para o jantar.
- Bom.
Leonor observa a feição do marido, porém nada diz, Leonel termina a refeição, pede licença indo fazer sua higiene depois retorna com as chaves do carro que Felipe emprestara sendo de um cliente muito conhecido.
- Então pessoal, até logo.
- Até. Com a saída dele, Leonor sai da mesa, levando seu prato ainda com certa quantidade de alimentos. Daniel percebe que Leonor esta um tanto abatida, Felipe vai até ela.
- Fique calma tudo vai dar certo, ele te ama.
- Eu sei Felipe, mas até quando?
- Isso não depende só de você, mas dele também.
- Felipe, sei que minha vida com Leonel esta findando, Abel o quer por perto.
- Não adianta se deseperar, tudo tem seu tempo.
- Quero muito acreditar nisso.
- E tem, é sua arma principal.
- Sim. Felipe abraça Leonor, Daniel vai até eles e os abraça, nisso Heleninha dá sinal abrindo choro.
- Hora do papa.
- Sim.
Em São Paulo, Leonel deixa o auto em um estacionamento pago, vai ao ponto de ônibus próximo pega um circular, minutos após ele desce no centro e vai em direção a uma rua de hotéis onde entra num desses.
- Abel Soares?
- Não há ninguém com este nome hospedado aqui, sr.
- Pode deixar, eu quem ele procura. Abel surge na escada descendo em novo visual, cabelos tingidos em tons avermelhados, curtos e roupas mais modernas.
- Olá filho.
- Oi mãe.
- Então vamos tomar algo?
04/09/2016


Após alguns goles de chá e uns brioches numa doceria conceituada, Abel olha firme para Leonel.
- Primeiro quero que saiba que agora estou com novo nome.
- Novo nome?
- Sim, Pandóra.
- Pandóra, isso só pode ser piada.
- Mas não é.
- Por que mãe mais essa?
- Não há tempo para explicações.
- Bem mãe, a senhora sabe, já é bem grandinha.
- Mas não foi por isso que te chamei, tome. Pandóra lhe entrega 3 envelopes.
- Aqui nestes envelopes tem tudo que precisa saber e num deles um verto valor.
- Para que isto?
- Por que preciso, é preciso que você saiba, você e seu irmão. Toca o celular de Pandóra.
- Agora tenho que ir meu filho.
- Quando nos veremos?
- Vai demorar um pouco.
- Por quê?
- Vou para a Itália.
- Sim você já tinha dito.
- Mas agora eu irei.
- Então tchau.
- Tchau meu querido filho, cuide de seu irmão sempre.
- Ele vai se casar.
- Sim, eu sei.
- Então adeus.
Pandóra beija o filho no rosto e sai do lugar deixando este com os envelopes nas mãos, momentos após ele sai deixando o valor na mesa, dentro do ônibus ele fica pensativo com o que passara na doceria, olhando pela janela vê um automóvel passar ao lado dele em velocidade reduzida com a janela deste aberta algo o chama a atenção.
- Peraí é o sr T. Leonel olha com mais atenção mas o carro já esta a certa distância.
- Não, não pode ser.
Pandóra termina de arrumar sua bagagem quando ouve o tocar da campainha, ao abrir a porta.
- Manuel.
- Nossa achei que iria ficar surpresa.
- Jamais, já estava sabendo de sua vinda.
- Não esta com medo?
- Nem um pouco, agora vamos, temos muito que fazer.
- Como assim?
- O chefe nos quer na Itália.
- Não estou sabendo de nada.
- Agora esta. Pandóra lhe beija na face e os dois saem de mãos dadas do hotel.
04/09/2016

Leonel chega na oficina, entrega as chaves do auto para Felipe que as coloca no chaveiro preso a parede, Jael vai até o rimão.
- Foi ver nossa mãe?
- Sim, que agora se chama Pandóra.
- Pandóra?
- Sim, ela me deu estes 3 envelopes, veja o que tem. Jael pega os envelopes, eles vão para a casa.
- Chegou meu amor, como foi o encontro?
- Não esta mais nervosa?
- Sim, mas não moramos sós.
- Ah, entendi. Um beijo sela a cumplicidade, depois de algumas novidades e dizer sobre seu encontro, Leonel olha para Jael que abre um dos envelopes.
- O que é isto?
- São documentos.
- Que tipo de documentos?
- São escrituras. Leonor pega os papéis, são 4 escrituras 2 de salas comerciais em São Paulo e 2 de apartamentos também na capital.
- Estranho.
- O quê?
- Sua mãe comprou apartamentos em endereços diferentes.
- E o que tem de errado?
- Nada, por vocês serem irmãos, deveria ser no mesmo prédio.
- Ora, deixe disso, nada a ver.
- É, pode ser. Leonor devolve os papéis a Jael, Bruna comemora, já que agora terão onde morar.
Leonel chama Leonor para um particular, afastado deles ele entrega para ela um envelope bancário.
- Esta aqui.
- Obrigado amor, devemos isso a eles.
- Sim.
De volta a cozinha, Jael já abrira o segundo envelope e entrega para seu irmão uma certa carta, ficando com outra, Leonel abre a sua e lê atentamente sendo acompanhado por Leonor que não olha para o papel mas sim as reações do esposo.
04/09/2016




-    O que diz?
- Ela pretende se casar com T.
- O quê?
- Eu não entendo mais nada.
- Para mim cada vez mais sua mãe, se mostra muito mais inteligente do que pensei.
- Como assim?
- Claro esta na cara, ela e T já estavam juntos.
- Não, isso não.
- Pois acredite, tudo indica que isso sim pode ser real.
Jael dispara a chorar amparado por Bruna.
- O que houve?
- Seu irmão leu algo, certo trecho, que indica que seu pai pode estar morto.
- Não, ela não seria capaz. Leonor coloca a mão no queixo e sai dali deduzindo suas próprias teorias.
04/09/2016

Leonor termina de estender as roupas no varal, Daniel brinca com Heleninha, nisto Leonel vem até ela e lhe diz algo no ouvido, ele volta para a oficina e ela vai até Daniel.
- Meu querido, agora eu, você e Heleninha vamos para a oficina.
- Por quê Leonor?
- Chegou a surpresa.
- Surpresa?
- Sim. Eles vão para a oficina onde Felipe e Bene estão na frente ouvindo um buzinaço vinda da rodovia, em instantes 3 caminhões param a frente da oficina.
- Sr. Felipe Gomes?
- Sim, sou eu, mas o que aconteceu?
- Assine por favor. Felipe fica desconfiado e decide por não assinar, mas Leonel lhe diz que assine e ele faz o pedido e logo que assine e ele faz o pedido e logo começam a descer diversos materiais para construção.
- Ainda não estou entendendo.
- O sr. Nos ajudou tanto, nada mais justo que lhe ajudarmos também.
- Como assim?
- Vamos aumentar a oficina e a casa.
- Meu Deus, mas eu não posso pagar.
- Fique tranquilo esta parte é com a gente. Diz Leonel, Felipe abraça ele e a esposa, Daniel pula de alegria vendo o pessoal descer os materiais.
Jael fica muito admirado com o apartamento e Bruna já faz o projeto de como ficará quando forem morar ali.
- É lindo amor.
- Sim, muito lindo.
- Quando vamos nos mudar?
- Logo termina o preparo de café e todos tomam, comem pão e algumas bolachas, depois o pessoal da entrega vai embora.
- Meu Deus nunca que eu pensava em aumentar este lugar.
- Mas agora vamos, amanhã o pessoal que contratei já vem trabalhar.
- Já amanhã e os trabalhos?
- Vamos continuar, eles vão mexer na casa primeiro, depois vem para cá.
- Minha nossa, vocês me enganaram.
- Mas foi para o bem. Leonor diz colocando a mão no ombro de Felipe.
Daniel vai até o casal e abraça eles, Felipe vê o neto tão feliz como não vira há bom tempo.
- Meu neto não consegue segurar a felicidade.
- Ele esta certo, tem mais é que festejar.
- Sim. Jael chega de carro, Bruna desce com várias sacolas e vai para a casa junto de Leonor.
- Agora que as coisas estão se acertando, o que faremos com as terras do papai?
06/09/2016

- Não pensei ainda sobre isso o que você pretende?
- Acho que deveríamos vender.
- Se pensa assim, tudo bem.
- E sua casa com o comércio?
- Eu vendi, Leonor já não quer nem saber daquele lugar.
- Fez bem.
- Vamos tomar um café?
- Vamos. Jael e Leonel se servem de café e tomam, Felipe fica a falar com o neto, Bene termina mais um serviço e vai até eles.
Pandóra segue pelo saguão do aeroporto de Milão, Maxuell a acompanha com o cabelo de cor loiro.
- Esta um galã.
- Gostou?
- Muito. Eles seguem saindo do lugar entrando num táxi indo para um hotel onde Maxuell faz o registro enquanto Pandóra vai para o elevador, subindo para o 3º andar.
Dentro do quarto amplo numero 26, ela faz algumas ligações, ele entra no quarto e deixa a porta aberta, logo o serviço de quarto entra trazendo o carrinho com comidas e bebidas.
- Pensou em tudo hein.
- Sempre meu amor. Ele beija ela que recebe o beijo de forma fria, o rapaz recebe o pagamento e deixa ao casal só com as guloseimas.
- Por onde começamos?
- Na verdade vamos comer algo leve, temos reunião daqui uns 40 minutos.
- Mas já?
- Sim. Eles comem salada, grelhado e tomam água, logo o rapaz retorna levando o carrinho, Maxuell se arruma para a reunião e Pandóra faz o mesmo.
06/09/2016


Pandóra e Maxuell seguem de carro locado para o litoral da Itália, param em uma casa situada numa vila á beira mar.
- Será que já esta tudo pronto?
- Com certeza.
- Vamos.
- Sim. Eles entram ao passar pela porta principal, se veem entre um numero considerável de soldados bem armados.
- A senha?
- Rosa do Líbano.
- O numero?
- 68.
- Podem continuar. O casal atravessa um corredor que dá acessos a alguns salões, até ficarem frente a uma porta guardada por 2 homens bem municiados.
- O objeto?
Pandóra olha para Maxuell que tira do bolso um micros e entrega para um dos soldados que faz sinal para que esperem minutos depois a porta é aberta e eles recebem ordem para entrar.
Já dentro, ela observa os vários quadros e obras de arte que aquele local tem, seu companheiro fica a estralar os dedos num modo comportado sem demonstrar seu nervosismo, uma porta ao fundo abre-se, surge 2 loiras magras latas, um rapaz moreno claro, olhos verdes e um homem de seus 50 anos bem cuidado, branco, boa estatura e um postura de alguém de poder.
- Tudo bom com vocês?
- Blair, estava com saudades.
- Eu também Abel. Eles se abraçam, o homem passa as mãos pelas costas seminuas de Pandora, Manuel, vai ficar ai, curtindo seu ciúmes.
- Não tenho ciúmes.
- Ah sei. Depois dos cumprimentos eles fazem uma refeição a galeto assado, vinho, macarronada, ela come pouco, Maxuell nem ao menos toca no prato enquanto Blair se alimenta normalmente.
Leonor dorme abraçada por Leonel, Heleninha no berço em pleno sono, Daniel acordado fica a lembrar de sua mãe.
- Tomara que minha mãe, esteja bem. Felipe vira para o outro lado, ainda a dormir.
Jael e Bruna estão na oficina com Bene de plantão, Bene termina um serviço num carro e Jael em um caminhão, Bruna fica no caixa e Jael vai até ela.
- Meu amor vai dormir.
- Não, hoje fico contigo até o final do plantão.
- Te amo.
- Não mais que eu. Beijos e mais beijos, Bene vem a eles com o cliente para preencher o cheque de pagamento, Bruna recebe, Jael a olha-la com o olhar do amor.
Amanhece, o pessoal contratado para a reforma chega, Leonor termina o preparo do café, Daniel vai para a aula, momentos depois começam a tirar as mochilas da casa passando para fora e já vão quebrando paredes.
Dois meses se passam e Felipe agora tem uma grande borracharia e oficina bem montada, com equipamentos novos, Leonel agora é sócio dele e Leonor sempre contente agora dentro e uma casa ampla de um andar, janelas em vidro Blindex, uma cozinha nova super moderna, um quarto só para Heleninha, logo depois o quarto de Daniel, após o de Felipe seguido o do casal que tem a vista da rodovia.
07/09/2016

Felipe só orgulho e muita alegria, Bene agora trabalha ainda com mais garra tendo em mãos equipamentos modernos para os reparos precisos e acabamento de forma especial para os clientes que só aumentam.
- Meu Deus, bendita hora que vocês pararam aqui.
- Nada Felipe, agora somos sócios e temos muito mais trabalho.
- Obrigado.
- Obrigado o sr, que nos recebeu sem nem ao menos nos conhecer direito.
Leonor se lembra de como foram parar ali e de seus olhos brotam lágrimas, Leonel a abraça, Daniel chega da escola e abraça eles, mostra para o vô a nota 10 que tirara na prova de matemática, mais alegria ali.
Jael e Bruna já casados terminam arrumação do apartamento deles, no salão comercial eles decidem abrir uma loja de produtos importados e prosperam a cada dia, passados alguns meses Bruna sente náuseas e desmaia, Jael a leva no médico e recebem a noticia, ela esta grávida.
- Grávida, que maravilha.
Leonor abraça a amiga e Jael recebe as felicitações de Leonel, Felipe e Bene, todos comemoram, Daniel brinca com Heleninha, a campainha toca ele vai atender.
- Mãe, é você, mãe você voltou.
07/09/2016
Aqui termina a primeira temporada de Lua Nua, em breve a segunda temporada será postada aqui.
www.ricardosacaninhag.zip.net






Biografia:
gosto de escrever
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