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O amor, por mais que se explique,
não explica o frio na espinha,
por mais que se justifique,
não justifica a rinha
entre o vazio e a ocupação
que acontece quando abre as janelas
que dá para o meu coração,
e, por todas elas,
entra a mesma emoção,
única, verdadeira,
sincera...
O amor, por mais que se finja só alegria,
sempre será o algo mais escrito no sangue,
o verso que inventa e gera a nova poesia...
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