Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
Conclusão
Edith Lobato

Resumo:
Soneto decassílabo

Conclusão

A brisa que levou o sonho meu,
Foi culpa desta vida sem ventura,
Que tudo me tomou com tal usura,
Deixando-me vazia, amarga, incréu.

Levou da aurora a seiva no apogeu,
Mascou cada pedaço de candura,
E fez nascer o joio na tristura,
Fazendo-me viver em negro breu.

Razões não tenho mais para seguir!
As velas embotadas já no fim,
Esgarçam quando a brisa lhes sussurra.

Aguardo a hora augusta de partir,
E libertar-me desta teia, enfim,
No excelso lar da minha sepultura.

Edith Lobato – 19/08/14


Biografia:
Número de vezes que este texto foi lido: 65731


Outros títulos do mesmo autor

Sonetos Meu bem - Carta IV Edith Lobato
Sonetos Cartas de amor Edith Lobato
Sonetos Saudade I Edith Lobato
Poesias Química Edith Lobato
Poesias Falso amor Edith Lobato
Poesias Meu Coração Edith Lobato
Sonetos Carta - I Edith Lobato
Sonetos Carta II Edith Lobato
Sonetos Carta III Edith Lobato
Sonetos Suplício Edith Lobato

Páginas: Próxima Última

Publicações de número 1 até 10 de um total de 39.


escrita@komedi.com.br © 2026
 
  Textos mais lidos
Sangria desatada - Flora Fernweh 75818 Visitas
HISTÓRIA DE CINCO ROSAS - MARCO AURÉLIO BICALHO DE ABREU CHAGAS 71159 Visitas
DOIS CORAÇÕES - orivaldo grandizoli 70886 Visitas
Carta Tardia - Fernando Rodrigues dos Santos 70562 Visitas
O SABICHÃO - Robério Pereira Barreto 70351 Visitas
Essa não é mais uma carta - Fernando Rodrigues dos Santos 69638 Visitas
RPG. - Kady Barker 69419 Visitas
A mulher grávida - Flora Fernweh 69339 Visitas
Perolado de Carmim - José Ernesto Kappel 69244 Visitas
Computador formatado, ano novo! - Vander Roberto 69225 Visitas

Páginas: Próxima Última