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Prisão temporal
João Paulo Martinho Buta

Às vezes me pego pensando no passado,
Em tudo que vivi, e tudo que queria ter vivido,
Passo horas e horas nesta nostalgia,
Quando volto ao presente, nada mudou.

Percebo que desperdicei meu tempo,
Meu precioso e limitado tempo,
De construir mais coisas na vida,
E assim ter mais coisas para lembrar.

Nos momentos que me liberto do passado,
O presente vem e me derruba,
Aniquilando todas minhas esperanças de um futuro melhor,
Fazendo-me sentar e voltar novamente ao passado.


Biografia:
Sou o que escrevo, escrevo o que sou.
Número de vezes que este texto foi lido: 65672


Outros títulos do mesmo autor

Poesias Sono Profundo João Paulo Martinho Buta
Poesias O egoísmo de ser feliz João Paulo Martinho Buta
Poesias Prisão temporal João Paulo Martinho Buta
Poesias O eco das vozes João Paulo Martinho Buta


Publicações de número 1 até 4 de um total de 4.


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