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SOB O MESMO PARAÍSO 3 IND 16 ANOS
COM AJUDA DE IONE AZ
ricardo fogz

Resumo:
BOM

Já é manhã de segunda quando Sofia já no bote se despede com acenos para o casal que ficara no barranco.
    - Tchau.
    - Tchau.
    Já distante ela olha para Moisés que se distrai a olhar para a imensidão do rio.
   - Trouxe tudo?
   - Sim senhora.
   - O que achou dela?
   - Da mulher nova de seu irmão?
   - Sim.
   - Acho que vai durar.
   - Tomara que sim.
   - E a senhora?
   - O que tem eu?
   - Gostou de ver a felicidade de seu irmão?
   - Preste atenção no trecho homem.
   - Sim senhora.   Os dois seguem rio acima, o bote aporta num pequeno porto precário.
   - Hoje não veio ninguém.
   - Se acha assim.
   Logo surgem 6 homens em terno, com pistolas em mãos.
   - Tudo bem, já não esta mais aqui quem disse.
   - Olá Moisés, demorou meu coração, amor.
   O homem desce até a beira, estende a mão para Sofia que o segura e sai da embarcação.
   - Oi Francisco. O homem olha fixo em Sofia.
   - Diz pra mim, minha razão, esse senhor te respeitou, foi legal com você? Beijos.
   - Sempre querido, Moisés é um quase cavalheiro.
   - Quase?
   Pergunta o boteiro.
   - Você é pobre, isso te responde. Francisco dá sinal aos seus que ajudam Moisés no desembarque dos pacotes.
   - Veio tudo?
   - Sim senhor.
   Meses depois, Marcos sai do banho secando seus cabelos, Nancy esta arrumando as roupas no armário.
   - Amor, aquela calça, a cáqui........
   - Deixei no sofá.
   - Sabe que eu te amo?
   - E eu, não sei mais ficar sem você.
   - Vamos para a cidade amanhã.
   - Vamos?
   - Quero que venha comigo, tenho negócios.
   - Tudo bem.
   - Que bom, sabe, fico feliz que tenho você, aqui comigo.
   - Ai, seu bobo, mais sabe, já que vamos para cidade, vou aproveitar e comprar algumas coisinhas que estou precisando, sabe onde está o meu cartão?
    - Que cartão?
    - Aquele que você me pediu outra vez......
    - Ah sim, sabe, deixe isso, a gente compra na grana, vou estar com você.
    - Mais é que, eu gostaria de ver outras coisas e........
   - O que foi amor, não confia em mim?
   - Não é isso, é que...........
   - O que foi Nancy, vai diz logo. De um rispido momento ele se transforma a segurando com certa força pelo braço, a deixando um tanto dolorida.
   - Por favor Marcos, você esta me machucando.
   - Me desculpe amor, foi impensado, me perdoe, me perdoe.   Ali ele a abraça, Nancy não esconde o medo que passara segundos antes na mão daquele homem que ela tanto confia.
    No outro dia, já no cais, eles seguem para a cidade.
    As compras são feitas de forma alegre, sempre tendo Marcos a beijar, cariciar e abraça-la.
   - Amor o que acha daquilo?
   - Lindo, não tão quanto a você.
   - Você é um bobão.
   - Lindona.   Em determinado momento ele decide por deixa-la e segue para um bar no outro lado da rua, onde senta em uma mesa na calçada, cerveja e porções e 1 dose de cachaça.
    - Eh vidão hein.
    - O que foi Marluce, caiu da cama logo cedo?
    - Acha que senhor pode sair as compras?
    - Estou com minha mulher.
    - Minha mulher, quem te viu e quem te vê.
    - Vai logo, vaza.     Nisso vem até a cafetina, uma mulher de seus 20 anos, morena, cabelos curtos, sorriso cativante, em short e blusa.
    - Comprou tudo?
    - Sim, já podemos ir.   Marcos não esconde a surpresa diante a beleza da mulher.
    - Ir, para onde?
    - O que foi Marcos, você acabou de me expulsar daqui.
    - Vai Marluce, cadê seu senso de diversão.
    - Ah sei.
    - Não vai me apresentar a sua moça?
    - Sou Vera, cheguei há pouco....
     - Vera.
     Marluce entra.
     - O que foi Marcos, ela é nova aqui, se quiser conhece-la vá até a ciranda á noite.
     - Na próxima, com certeza estarei lá.   Nancy atravessa a rua indo á mesa.
     - Oi.
     - Oi querida, nos desculpe ficamos aqui conversando com seu esposo, mais já estamos indo, sabe, temos negócios.
     - Sei, sou nancy, a mulher dele, ja que se conhecem por que não se juntam a nós?
     - Bem que gostaria, mais sabe, tenho muito a fazer, sai com minha afilhada, entende, coisas de mulher.
    - Sim, afilhada, entendo, já fui afilhada algumas vezes.
    - Acho melhor irmos, prazer Nancy, sou Marluce.
    - Prazer todo meu.   Marcos entra.
    - Nao vamos beber nada, esta tão quente?
    - Acho que sim.   nancy pede a Marcos que faz sinal ao garçom, Marluce e Vera se despedem até que...
    - Por que não nos fazem uma visita um dia, vai gostar, a ilha é estonteante?
    - Adorei, ja esta marcado.
    Marcos olha para quilo e faz um certo ar de insatisfeito.
                                                       10082019...........


Biografia:
amo ler e amo muito mais escrever
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