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ESTRADA DE AÇO 10 NOVEL LIVRE 12 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM

10


       Duquel esbraveja com Esmeralda que olha para a ministra com certo rancor.
    - Incompetente, nem com uma aprendiz de feitiçeira você pode lidar.
    - Não é bem assim, ela já tinha isso em mente.
    - Ela teve ajuda?
    - Tenho que não.    Silas quase perde o ar diante a fatídica pergunta para a bruxa.
    Duquel sai dali aos berros, o garoto ensaia para sair quando.
    - É digno e de certo modo bom,ver um jovem garoto assim como você ajudando uma feitiçeira.
    - Eu não tenho nada a ver com.......
    - Por favor sabemos que sim, fique tranquilo não irei entrega-lo, mais sabe, as chances de sua amiga sair viva dessa é pouca.
    - Nos ajude então.
    - Te ver e não dizer, isso faço, agora prosseguir com sua maluquice, jamais.
    - Por que, tens tanto medo assim dessa louca ministra.
    - Garoto nem queira saber do que essa mulher é capaz.
    - É tão ruim assim?
    - Por ora, fique por perto e continue se fazendo de aliado.
    - Obrigado.
    - Não garoto, só faço isso, por que no futuro bem próximo conseguirei algo que tanto desejo por suas mãos.
    - Eu, o quê?
    - A seu tempo meu colega. Eles riem e logo ouvem os gritos da ministra ordenando a presença deles.
    - Vamos?
    - Sim.
    Eles saem e já veem ao longe Duquel junto de Lúcia e Reginaldo e um pequeno lote de soldados.
    - Tranquem tudo, ela não pode sair daqui.
    - O que foi desta vez Duquel?
    - O que sua, sua, ai que ódio, sua colega, amiga, Margot fugiu.
    - Como fugiu, afinal ela não era sua aliada?
    - Se eu descobrir que você está ppor trás disso, não vai querer ficar na minha frente, aspirante a princesa.
    Reginaldo intervém.
    - O que foi ministra, esta ameaçando minha prima?
    - E você.
    - Guardas. O rei levanta a mão e os soldados ficam ali em prontidão a próxima ordem, Duquel finalmente volta a si, com as idéias mais frescas, pede desculpas ao rei.
    É notório o ódio nos olhos e face daquela mulher, ali em quase súplica segundo seu modo de pensar, estava se humilhando a um garoto, o rei.
    Lúcia pede calma ao rei, Duquel ali com uma estátua, Silas olha para o lado e não tem mais a companhia de Esmeralda.
    - Onde ela foi?
    - Ela quem?   Pergunta Lúcia, porém o garoto fixa os olhos em Duquel que demonstra um certo pavor diante aquilo.
    - Nada, só estou aqui preso em meus pensamentos.
    - Que coisa hein garoto, o mundo a pegar fogo e você ai como se quisesse voar.
    - Me desculpe.   Reginaldo pede para que a ministra lhe dê alguma explicação sobre aquele acesso de raiva, só ai Silas entende que tanto Lúcia quanto o rei não fazem idéia do ocorrido alli, tampouco da batalha firmada naquela sala onde ele esteve e assistira.
    A ministra inventa qualquer coisa e sai.
    Lúcia lhe pergunta sobre a tradução e Duquel diz que vai deixar para a princesa decidir.
    - Por que disso?
    - Bem, acho melhor assim. Reginaldo concorda porém estranha a ponderação de Duquel, antes estava á beira da obstinação em conseguir a tal tradução.
    - Tudo bem eu aceito. Lúcia recebe das mãos da ministra as tábuas, pisca para Silas e sai.
    Duquel se despede indo para seu aposento, enquanto Silas faz companhia para Reginaldo.
    No quarto, Lúcia vibra com a aquisição da tábua, com certo esforço move a cama do lugar e abre uma portinhola com fecho de ferro, dando acesso a um porão pequeno ali ela tem diversas garrafas com liquidos de várias cores, livros, armas, uniformes e 3 malas.
    Mais é em um baú que ela segue abrindo-o com magia simples, deste ela tira uma capa e um pequeno livro.
    De volta ao quarto ela tranca a porta com feitiços e inicia ali no chão um desenho de um pentagrama, logo joga algumas gotas de um liquido vermelho ralo e profere ritos do livro que pegara, ela sente seu corpo pesar e cai, adormecida ali ela recebe uma certa instrução por meio de sonho e quando acorda ainda tomada em certa por algum meio sobrenatural, transcreve num bloco e em perfeita tradução aquelas tábuas.
    Batem á porta.
    - Sem ter respostas tentam abri-la, sem sucesso, até que conseguem.
    - Lúcia. Silas corre até a moça ali em espécie de transe, aos poucos ela vai retornando e pede água para o garoto.
    - Vou buscar. Ele sai por que ali não um sequer vaso com água, ao retornar ela já esta em sua cama sentada, o livro e risco ao chão já não se encontram.
    - O que houve prima?
    - Calma, vou lhe explicar. Ela bebe 3 goles generosos e olha firme para Silas.
    - Você me chamou de prima?
    - Me desculpe, foi sem.............
    - Tá, tudo bem, só não faça isso frente aquela bruxa.
    - Certo, vou me lembrar. Risos.
    - Fiquei muito mau, tive que evocar forças tão primitivas, esquecidas que me esgotaram.
    - Mais conseguiu a tradução?
    - Sim, feche a porta por favor. Silas obedece e logo volta a ela.
    - O que houve?
    - Aquela cadela ja tem a tradução.
    - Eu entreguei para ela diante ao que estava para acontecer.
    - Fique tranquilo, o que você fez já estava nos planos.
    - Planos, de quem?
    - Margot, agora jure, tens de ficar em silêncio, é nosso segredo.
    - Tudo bem.
    - Não Silas, não esta nada bem, Duquel vai mata-la.
    - O quê?
    - Em meu transe eu vi tudo, tudo que me desvelou á frente dessa tragédia que poderá acontecer.
    - Temos de para-la.
    - Não, não podemos fazer nada, não assim frente a ela, agora vou precisar que me ajude, temos de ajuntar tudo em ervas e igridientes para fazer uma poção.
    - Tá, mais se lutarmos com ela?
    - Se a confrontarmos, perderemos e ainda haverá mais derramamento de sangue em vão, temos de usar a inteligência e magia a nosso favor.
    - Sim.
    - Pelo poder tome todo cuidado, vá e volte logo.
    - Sim.
    Silas sai imediatamente e nisso Reginaldo entra ali e Lúcia começa a conversar com ele, porém não lhe diz sobre o rito e visões.
    Momentos depois eles saem e dão de cara mais á frente a uma grande movimentação de soldados.
    - O que houve?
    - Sua majestade, parece que a ministra desapareceu.
    - Desapareceu, como?
    18042019...........................


            Margot cavalga num cavalo que roubara da estribaria.
        Pelas galerias subterrâneas da colônia ao redor do castelo até chegar a trechos que só poderá fazer a pé, ela desce do animal e com auxílio de magia transforma o cavalo em rato e este corre o caminho de volta para a saída.
        - Vá coleguinha e muito obrigado. Ao longe o animal faz um ruído como que se houvesse entendido o que ela falara.
        Sem baixar sua guarda ela segue até parar detrás de uma coluna, á frente alguns metros, esta Duquel e Esmeralda.
        - Quer mesmo fazer isso?
        - Sim e cale-se, afinal você não me foi útil o suficiente.
        - Por que de tanto ódio?
        - Esmeralda, não sou como você que se deixou ser presa por uma maldição qualquer.
        - Sabes bem o por que.
        - Sim, mais já ficou no passado, agora me ajude, aquela fedelha feitiçeira tem de aprender sua lição.
        - Somente deixe-a, sabes que ela nunca mais colocará seus pés neste reino.
        - Nem neste e nem em qualquer outro.
        - Se quer assim.
        Com o girar das mãos, Esmeralda faz surgir 3 bolas de fogo que flutuam no ar, em seguida com um leve sinal, elas seguem o percursso dos túneis acendendo qualquer resquicío de tora ou algo para iluminar o caminho, pouco tempo e todo lugar fica iluminado, Margot tivera poucos segundos para tomar o liquido de um minúsculo frasco que trazia consigo ao peito, ficara invisível, mais o efeito dura por no máximo 20 minutos.
        Ela corre em direção as duas e com estrema agilidade escala as paredes e corre de cabeça para baixo, pés no teto em cima delas, Esmeralda a sente e a vê, porém fica ali inerte, quando Margot já esta a poucos centímetros de Duquel deixa cair de seu bolso o vidro vazio que estoura ao chão.
        - Cadela.   Duquel retira um monóculo e ai vê Margot a correr, num grito ordena.
        - Fechem a saída.   Soldados do lado de fora empurram as 2 faces da alta grade para bloquear a saída, Margot é mais rápida porém é atingida nas costas por 2 lances mágicos, de Esmeralda, ela grita em dor mais não desiste da fuga e consegue assim.
        - Atrás dela, quero qualquer órgão daquela fedelha, matem-na.
        Vários soldados correm atrás de ela entrar na floresta, Duquel pega sua besta e monta em seu cavalo, Esmeralda em outro animal, entrando na floresta, ela sente o ar mágico invadir suas narinas.
        - Pó de despiste. Grita Esmeralda, Duquel rapidamente coloca um lenço a esconder parte da face e já se vê o efeito nos soldados que entraram antes, estão dispersos, abobalhados, como que perdidos, andando em círculos até desmaiarem.
        Mais a frente grandes labaredas de fogo de várias cores invadem a mata, a maioria corre em retirada.
        - São globos de fogo, podem continuar, são inofensivos, ah não ser quê..........
        Logo ouve-se gritos e desesperos, vários homens e animais que foram tocados por aquele fogo, estão sendo dizimados á cinzas.
        - O que é isso?
        - Não pode ser, ela é bem esperta, fluído quimico.
        - Como paramos isso?
        - Tenho defeso, mais não para tantos.
        Duquel grita para os soldados.
        - Só fiquem 3 aqui com a gente o restante saiam.
        Todos saem ficando 3 jovens a tremer de medo.
        - E agora?
        Esmeralda pega de sua bolsa uma garrafa e joga neles e nela o liquido com forte odor de urina.
        - O que é isso?
        - Urina de camelos.
        - O quê?
        - É isso ou queimar-se.
        - Impossível, impossível, ela ter desaparecido. Grita o rei dos soldados que estão parados a sua frente.
        - É mentira.
        - O que diz Lúcia?
        - Eles foram orientados a nos mentir.
        - Por que?
        - Por que justamente agora Duquel esta á caça de Margot.
        Reginaldo franze a testa olhando para o soldado ali.
        - É verdade o que minha prima diz?
        O oficial somente abaixa a cabeça.
        - Seus canalhas, de que lado estão, eu sou o rei. Vocífera Reginaldo para eles.
        Silas entra ali com a sacolinha de tecido cheia de coisas.
        - Conseguiu?
        - Tudo. Lúcia abre um sorriso e vai até ele.
        - O que esta havendo aqui?
        - Não é hora para isso rei, acho que deveria escolher alguns soldados e ir atrás daquela louca ou ela matará Margot.
        - Vou fazer isso, mais depois quero saber de tudo.
        - Vou com você. Silas se oferece e o rei aceita.
        Na floresta Margot é perseguida pelos 5, até chegar frente a um penhasco á beira, ao fundo um rio com águas lamaçentas, já se ouve no ar o barulho de flechas, até que ela avista as duas vindo em sua direção, Esmeralda lança mais 2 ataques que pegam em cheio Margot.
        - Como é vai querer morrer aqui?
        Duquel abre um maligno sorriso, desce do animal e caminha até Margot.
        - Achou mesmo que sairia dessa viva.
        - Não.
        - Sua cretina.
        - Vá para o inferno. Margot sopra um pó ao vento e o lugar é tomado por abelhas.
        - Saia daí, Duquel elas são nocivas.
        - Eu vou matar essa fedelha. A nuvem do enxame se dissipa e ali a cena cruel de Duquel enterrando sua espada nas costas de Margot que cai do lugar indo afundar no rio.
        - Bons sonhos, com seus adoráveis deuses do mundo inferior, bruxa maldita.
        Esmeralda se aproxima de Duquel e a ministra ali com a face tomada de ferrões começa a ter parte desta desfalecida.
        - O que esta acontecendo?
        - Sua pele esta necrosando.
        - Não. Grita Duquel.
                             20042019.....................

              Margot flutua nas águas com auxílio de um restante de magia e galhos, á beira em certo trecho, nativos a resgatam porém com intuito de faze-la de alimento para eles.
      Duquel é carregada para dentro do castelo em seu quarto recebe vários cuidados e remédios naturais, Esmeralda ali do lado dela, sente o furor em ódio transmitido pelos olhos da ministra que não consegue falar.
      A situação só piora, logo uma criada vem ali e diz que o rei, Silas e Lúcia foram á procura dela.
      Duquel tem um acesso de raiva e joga para o alto com o restante de suas forças o alimento que esta sendo lhe servido.
      Esmeralda entende aquilo e se adianta com um gesto de cabeça sai dali em minutos organiza um grupo de 4 soldados liderados por ela e sai de volta á procura da comitiva.
      Reginaldo já demonstra cansaço apesar de não ter nem ao menos pisado no chão, decidira por ficar na carroça, Lúcia e Silas á cavalo adentram a mata á procura, em determinado momento ela sente algo e decide descer do animal, Silas faz o mesmo, eles andam até um clarão onde ela pega diversos frutos e algumas ervas e num rito transforma aquilo em uma névoa espessa.
      - O que houve?
      - Estamos sendo seguidos.
      - Quem?
      - Não sei, pode ser aquela feitiçeira á mando de Duquel.
      - Você não confia nela, para mim ela é boa.
      - Pode até ser, mais ela tem laços estreitos com Duquel.
      - Será?
      - Com certeza, conheço estes tipos, ouvi muitas estórias de gente assim.
      - Eu hein.
      - Agora fique quieto, temos de ganhar distância.
      - Como?
      Ela levanta os braços e os gesticula de forma desordenada, a névoa se torna mais volumosa e de sua veste ela tira um pequeno frasco e bebe o conteúdo, segura firme a mão de Silas, eles se tornam 2 raposas e correm para longe dali.
      Esmeralda chega ao local e sente o odor da magia usada, ela faz em silêncio um rito, seus olhos vão dilatando e ela ganha uma visão potente conseguindo como que se em um raio x detectar os 2 que já estão bem longe dali, porém ela aponta para o grupo o lado oposto, onde Reginaldo ficara com 2 soldados.
      Lúcia e Silas chegam a margem do rio lamaçento, correm rente a ele até encontrarem águas limpas e um outro vislumbre de paisagem, já está escurecendo e a poção perde o efeito.
      - Que droga.
      - Fique tranquilo, tenho outra para quando retornarmos.
      - E o rei?
      - Com certeza já fora pego por aquela.........
      - Feitiçeira?
      - Sim. Sem demora eles andam até acharem uma trilha e decidem por segui-la.
      Margot acorda, esta amarrada em uma oca, presa em uma tora forte, o cheiro forte de fumaça e o barulho de cantorias anunciam que haverá uma festa.
      - Onde estou?
      Não demora, entram ali 3 nativos, de pequena estatura, corpos pintados em branco, vermelho, preto, trazem acima de suas cabeças, crânios de animais.
      - Essa não, são os Imut's.
      Ela é solta, porém sem força alguma para defender-se é carregada para fora e jogada em um grande tacho ardente.
      - Ai. Margot grita ali de tanta dor por ter mãos, pés, joelhos e outras partes de seu corpo queimadas.
                                                 22042019...........














                                 11




        Lúcia e Silas se aproxima da aldeia, ouve-se os gritos de dor de Margot.
       - E agora, o que faremos?
       - Fique calmo, tenho um plano.
       Os dois conversam ali e logo Silas corre pela mata, ao longe ele grita fazendo alguns guerreiros sairem para verificarem, mais ainda ficam atrás de uma oca, ali ela prepara uma mistura 3 potinhos que havia no bolso, com cuspe ela faz uma massinha enrola e forma bolinhas, joga 3 delas e erra duas, acertando uma no fogo abaixo do tacho.
               Uma fumaça forte forma-se e um odor intolerável também, o odor não provoca reações já que os selvagens são acostumados até se alimentarem de animais em estágio de decomposição, mais a fumaça irrita olhos e nariz, fazendo-os tossir e coçar os olhos, logo aquela fumaça é dissipada com ajuda do pajé.
      Lúcia carrega Margot com certa dificuldade, Silas vem para ajuda-las e correm como podem com a bruxa para longe dali.
      A beira do rio, eles encontram uma carroça, colocam Margot nela e Lúcia sai, deixando Silas dentro desta com a bruxa.
      - Onde vais?
      - Não faça pergunta, só leve-a, a canoa rio abaixo.
      - Sim.
      Silas o faz e logo ele e Margot seguem a correnteza, Lúcia pega alguns minúsculos frutos e macera na boca juntando a estes o liquido roxo de um vidrinho.
      Após um breve rito ela transforma-se numa enorme cobra, quando os selvagens chegam ela os recebe e eles decidem por retornar para a aldeia, ela entra na água e ajuda a manter o curso da canoa, ficando abaixo desta na água.
      Já esta para amanhecer quando a canoa pára nas areias finas brancas da praia de Dio't.
      - E agora?   Silas olha para a criatura a perguntar, Lúcia vai retornando a sua forma porém sem as vestes, ele tapa os olhos e corre para o mato trazendo sua camisa e algumas folhas.
      Lúcia se vira com o que tem e cria ali um modelo de trapos da camisa e folhas, cobrindo assim seu corpo.
      Margot arde em febre, eles lhe dão muita água de côco e Silas pesca 3 peixes, assam na areia e servem para Margot, Lúcia aproveita e confere as roupas das bruxas até encontrar um apito.
      - Para quê isso?
      - Serve para chamar os anões.
      - É mesmo, esqueci completamente deles.
      - Nisso eles são os melhores, tem magia própria, sabem como ninguém fugir e causar confusão.
      - Sério.
      - Sim.
      - E agora?
      - Vou soar este apito, as chances de sermos surpreendidos pela cadela, sua amiga e os selvagens é grande.
      - E então?
      - Não tenho ervas e nem conhecimento para curar Margot.
      - Sopre.
      - Agora. Lúcia sopra o apito tão forte que nuvens de pássaros formam-se no céu.
      Logo ouvem um barulho estranho e grandes aves vem até eles, são os anões montados em gigantes falcões.
      - Vocês vieram.
      - Como esta nossa amiga?
      - Amiga, pensem que fossem..............
      - Cativos de Margot, jamais, ela nos ajudou muito, trouxe paz para nossa colônia e aumentou nossa produção de ouro.
      - Sei, alquimia.
      - Sim.
      Silas aponta para o líder a bruxa, este a carrega nos braços e a coloca no repouso do dorso da ave.
      - Peguem isso.
      - Para quê serve?
      - Engulam, em instantes estarão bem perto do seu castelo.
      - Obrigado. Lúcia pega as duas balinhas de cor escura e aspecto duvidoso.
      Os anões partem para as nuvens levando consigo a bruxa.
      Ao longe eles sentem o perigo, os selvagens trazem onças para a captura dos dois.
      - Engula.
      - O quê?
      - Agora. Rapidamente eles engolem as bolinhas e desaparecem, deixando no local onde estavam somente as flechas que lhes foram direcionadas.
                                                                                       24042019........................

      



    







Biografia:
gosto de escrever
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