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ESTRADA DE AÇO 7 NOVEL LIVRE 12 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM

Lúcia não esconde sua euforia em cada tronco, árvore, pedra ou qualquer obstáculo no rumo da estrada que é retirado.
       Com 4 dias bem trabalhados já avista-se a referida seguindo por mata a dentro, até então não houve qualquer embate com selvagens, feras, aldeões desconhecidos.
       - Olhe princesa estamos sendo abençoados por Sabú.
       - Sim Francisco, o grande deus que tudo vê e ouve esta com a gente.
       - Não podemos esquecer de lhe ofertar.
       - Amanhã, amigo, amanhã faremos um banquete, trouxe o carneiro.
       - E a ave?
       - Bem lembrado, sabe vou lhe confindenciar, há tempos que não participo das cerimônias á Sabú.
       - Sabe princesa, devemos muito a ele.
       - Eu sei meu amigo, eu sei.
       - Também temos de lembrar os nossos que foram.
       - O rei Arthur.
       - Sim princesa.   Ela se afasta de Francisco e seus olhos enchem de água.
       Uma moça vem a ela e lhe entrega um bilhete, Lúcia faz sinal para Francisco e sai dali.
       Em uma tenda de lona vermelha, dentro 3 ambientes com móveis rústicos numa poltrona com estampa de onça, Duquel toma um suco de acerola, tendo próximo o trono de Reginaldo, Silas sai de outro ambiente em vestes longas já pronto para ceiar e dormir.
       - O que foi Duquel?
       - Só lhe chamei por que gosta de recepcionar velhos amigos.
       - Que amigo?
       - Espere logo chegará. Reginaldo entra ali ainda em veste de caça real, botas de cano alto, camisa, calça linho, todos com emblemas do reino bordados.
       - O que foi Reginaldo que esta sua ministra esta tramando?
       - Não sei, estou no aguardo como todos.
       - Você é o rei e deveria saber.   Lúcia se altera, logo um soldado jovem entra ali e faz sinal para a ministra que sai da poltrona.
       - Pronto garotos, já esta chegando, vamos. Todos a seguem para fora, onde todos os soldados e trabalhadores estão em fileiras.
       Ao longe avistam a carroça em vermelho e alguns anões a rodeia.
       - Não me diga que........ Lúcia olha com raiva para Duquel que faz um apático sorriso, logo em minutos, pára frente a eles a carroça, ao som de uma mísera flauta e bem mau tocada, desce uma jovem loira, alta em vestido vermelho com detalhes em renda pretos, trazendo um grande medalhão preso na altura do peito ao tecido.
       - Margot.
       - Querida prima Lúcia.
       - O que faz aqui sua rata?
       - Não tenho culpa se não soube realizar os testes finais com êxito em sua prova em Gerban.
       Lúcia tenta agarra-la mais é contida por Reginaldo.
       - Oi rei.
       - Olá Margot.
       - Vejo que esta se saindo bem neste cargo provisório.
       Agora é o rei que se segura para não ataca-la em fúria.
       - E ele?
       - Ah, sim, Silas, se apresente.
       - Oi.
       - Olá.
       - O que foi gatinho, que garoto lindo, bem que se falam em Vallin que o finado tio só fez obras de artes.
       - O quê? Silas pergunta, Duquel dá um leve de cotovelo na moça que se cala.
       - Seja bem vinda querida.
       - Tudo bem Duquel, afinal se me chamou é por que as coisas devem estar daquele jeito.
       Lúcia olha para a ministra.
       - Você a chamou?
       - Sim, por isso.   A ministra mostra para eles uma pequena caixa de madeira.
       - O que tem nessa caixa?
       - Depois da ceia, falaremos.
       Lúcia olha para Reginaldo que diz não entender.
       Depois da ceia que fora servido, peixes, arroz, saladas e de sobremesa frutas.
       - Estava tudo delicioso, como sempre.
       - Agora diz, por que ela veio?
       - Tudo bem Lúcia, só tenha calma, um pouco.
       Duquel traz a caixa e abre ali na mesa, desta tira 3 placas de pedra de fina espessura com inscritos.
       - Sei que só você conseguirá le-las.
       - Mais o que temos aqui.
       - É o que penso?
       - Sântrico.
       - Não pode ser.   Lúcia se enfeza.
       - O que é isso?
       - A língua do extinto reino Azul.
       - Pode decifrar?
       - Claro tia.   Lúcia olha com ódio para a prima e Duquel.
       - Como conseguiu isso?
       - Enquanto vocês brincam de reinar, eu trabalho, enviei um grupo de oficiais, eles procuraram mais á frente pistas deste extinto reino.

    


Biografia:
gosto de escrever
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