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Projeto Pesquisa Educação Ambiental
Educação Ambiental
Ismael Monteiro

Resumo:
O projeto trata da educação ambiental.

PROJETO DE PESQUISA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Meio ambiente – Educação Ambiental – Recursos naturais


1.1 TEMA

Educação Ambiental

1.2 DELIMITAÇÃO DO TEMA

A importância da preservação dos recursos naturais nas crianças das cinco primeiras séries do Ensino Fundamental.

2 PROBLEMA

     Qual a importância de um trabalho educativo com crianças das cinco primeiras séries do ensino fundamental sobre a preservação dos recursos naturais?

3 JUSTIFICATIVA     

     A educação ambiental é uma das mais importantes exigências educacionais em todo o mundo na atualidade. Neste sentido, despertar nas crianças o conhecimento dos problemas ambientais e as formas para resolvê-los é uma iniciativa muito positiva por parte dos educadores, porque vai levar a aprendizagem ecológica para dentro das casas e vidas dos educandos.
     Se as crianças crescerem e desenvolverem a responsabilidade ambiental poderão participar, quando adultas, nas decisões políticas das sociedades em que habitam e poderão se tornar pessoas críticas e respeitadas.
     Embora não possa resolver todos os problemas ambientais, a educação ambiental pode influir decisivamente para isso, quando num futuro próximo, poderá tornar as crianças em cidadãos conscientes dos seus direitos e deveres com relação à proteção do meio ambiente. Por isso, cabe aos educadores desenvolver um comportamento reflexivo na criança, dando sentido para que se desenvolvam atitudes de preservação ambiental.

4 OBJETIVOS

4.1 OBJETIVO GERAL

     Desenvolver a prática ecológica de preservação dos recursos naturais através do processo educativo.

4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

–     Identificar o que são recursos naturais e sua importância para o meio ambiente.
–     Analisar as práticas pedagógicas que envolvem o ensino do meio ambiente.
–     Propor ações para uma prática pedagógica que envolvam a preservação dos recursos naturais.

5 EMBASAMENTO TEÓRICO

     Para atender as suas necessidades de ordem física o ser humano precisa se utilizar dos recursos naturais. Neste sentido, o ambiente funciona como condicionante para a vida e as atividades humanas.
     Segundo VERNIER (1994, p. 98) “o mundo vivo é uma incrível ‘cadeia de vidas’, da qual nãos e destrói um elo impunemente. Os animais necessitam das plantas, as plantas necessitam dos animais para transportá-las e fecundá-las”.
     Segundo os PCNs (2001, p. 173) “a perspectiva ambiental consiste num modo de ver o mundo no qual se evidenciam as inter-relações e a interdependência dos diversos elementos na constituição e manutenção da vida”.
     O equilíbrio biológico criado pela natureza, fundamenta-se no sistema ecológico num sentido completo da coexistência e da vida própria de muitas espécies vegetais e animais. Por outro lado, quando acontece alguma alteração neste sistema ecológico ocorre um deslocamento do equilíbrio. Conseqüentemente, a cultura vegetal ou animal torna-se vulnerável às influências externas podendo desaparecer.
     O homem pode exercer domínio sobre a flora e a fauna terrestres, utilizando-o de tal maneira que provoque alterações no sistema ecológico natural por tempo indefinido. É sabido que o futuro da humanidade é incompatível com o modo de exploração dos recursos naturais, processos de produção, distribuição de renda, níveis de consumo e as inumeráveis formas de agressão ao meio ambiente praticadas pelo sistema capitalista vigente.
     Existe atualmente uma grande preocupação com os riscos ambientais, especialmente com questões como o aquecimento global, a poluição das águas, do ar e dos solos, que têm sido consideradas pelos pesquisadores como muito preocupantes.
     A degradação do meio ambiente tem sido constante em todo o mundo. Em seu comentário sobre o assunto, CORSON (1993) mostra alguns efeitos do desrespeito ao meio ambiente. A destruição das florestas a cada ano atinge uma área estimada de 8 milhões de hectares para ceder lugar ao cultivo de alimentos. O lixo industrial e o mau uso dos ecossistemas costeiros têm tornado o lugar da contaminação pelo petróleo como uma das maiores ameaças à vida nos oceanos.
     Estudos recentes apontam que o desmatamento é uma das principais causas da erosão do solo e da perda da diversidade biológica.
     DIAS (1994) cita que no Brasil, mais especificamente na Amazônia, os conflitos entre índios e garimpeiros; posseiros e donos de fazenda; o contrabando de madeira e metais; as doenças infecto-contagiosas que ameaçam e matam milhares de crianças são os fatores que mais contribuem para a degradação ambiental naquela região.
     O mesmo autor revela que em outras regiões do País também está ocorrendo muita degradação ambiental. O cerrado brasileiro sofre com as queimadas, o garimpo, ponto em risco a biodiversidade e a manutenção dos processos naturais que sustentam esse meio ambiente. A Mata Atlântica possui apenas 4% de sua área primitiva, por causa das devastações pelo homem. As matas de araucárias, que possuía uma área que abrangia cerca de 400.000km2 nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, possui atualmente apenas 4,5km2.
     Em seus comentários sobre o meio ambiente, CUNHA e GUERRA (1999) aponta a avaliação científica das mudanças climáticas, que mereceu destaque durante a Rio-92. Dentre os principais resultados do evento, destacam-se: a) a superfície da terra irá se aquecer mais rapidamente do que os oceanos; b) o clima regional irá se modificar de maneira diferente da média global; c) os oceanos terão um aumento do nível médio global do mar de 6cm por década; d) aumento da temperatura média global de 0,3% por década.
     JUCHEM (1992) relata que para se entender melhor a importância de manter em bom estado o meio ambiente, deve-se entender também as diferenças existentes entre sistema natural e sistema econômico. O primeiro é um sistema despoluído, saudável, equilibrado e auto-sustentável, ao passo que o segundo é instável, poluidor e explorador do meio ambiente.
     No sentido de promover a conscientização sobre a importância de se proteger o meio ambiente, a educação ambiental tem sido vista como uma necessidade das sociedades contemporâneas e, portanto tem sido amplamente discutida nos diversos países, à nível mundial. O importante é que estas discussões não sejam enfocadas e direcionadas apenas durante grandes eventos. É necessário a criação de mecanismos de divulgação da educação ambiental entre a população, democratizando seus princípios e ideais.
     VICTORINO (2000) relata que os objetivos específicos da Educação Ambiental, conforme as conclusões de Belgrado, conferências de Tbilise e do Congresso Internacional UNESCO-PNUMA - URSS, em síntese, são os seguintes:
•     cabe a Educação Ambiental facilitar ao público alvo, uma série de conhecimentos, na relação homem-mundo, visando transformar e aperfeiçoar a problematização crítica dessa relação;
•     auxiliar na formação de uma consciência que possibilite ao homem, perceber as transformações da realidade no meio ambiente global, que o leva a compreender as causas e os efeitos, fazer classificações, julgamentos e opções;
•     desenvolver atitudes favoráveis, valores éticos, estéticos e econômicos, que motivem sentimentos de respeito e econômicos, que motivem sentimento de respeito e interesse pelo ambiente, na tarefa de conservá-lo, preservá-lo e por fim, melhorá-lo;
•     fornecer aos indivíduos da coletividade, nas diversas modalidades em diferentes graus de complexidade, habilidades técnicas e científicas relacionadas às questões ambientais;
•     estimular o desenvolvimento e a participação aos grupos sociais, dando-lhes a oportunidade de intervir nas tomadas de decisões, para determinar e resolver os problemas ambientais.
     Vive-se atualmente, um período de transição histórica, na qual a consciência dos conflitos entre atividades humanas e meio ambiente está literalmente explodindo. Jamais na história da humanidade teve-se tanto conhecimento, tecnologia e recursos. Em nenhum outro momento tivemos tantas capacidades (VICTORINO, 2000).
     A educação ambiental pode disseminar o conhecimento necessário para a conscientização das pessoas sobre a preservação do meio ambiente, porque ela é o instrumento capaz de formar cidadãos com consciência local e planetária, que respeitem o meio ambiente, a autodeterminação dos povos e a soberania das nações.
     A prática da educação ambiental deve abranger vários conceitos, elencados por VICTORINO (2000) e JUCHEM (1992), que em resumo, são:
     
     a)     Na agricultura: É de todo interesse da agricultura tornar sua atividade sustentável. Para que a agricultura seja realizada de forma perpétua, deve-se dar atenção aos incentivos para o setor privado participar do controle da erosão, da utilização racional dos recursos hídricos e do uso de agrotóxicos. A erosão é considerada como um sintoma de manejo defeituoso do solo. A mais comum do Brasil é a erosão aquática, quando a água da chuva não consegue penetrar no solo. Existem muitas práticas no manejo que podem reduzir a compactação da superfície do solo ou promover uma estrutura de solo mais permeável. Entre essas estão as que constroem barreira vegetal ou mecânica contra a erosão. Esta prática   de conservação pode ser assumida pelo próprio agricultor. Pode-se convencer o produtor que vale a pena fazer a conservação em razão do aumento de produtividade.
          A conservação do solo através da biomassa está aumentando muito nas áreas de agricultura comercial no Sul do Brasil. No início dos anos 80, o IAPAR e alguns produtores começaram a experimentar o plantio direto como forma de manejo dos solos. Hoje há cerca de 2 milhões de ha sob plantio direto.
          Avaliações sistemáticas recentes dos efeitos das novas técnicas de manejo do solo demonstram que elas aumentam a capacidade de resposta da produtividade aos níveis usados de fertilização e reduzem o tamanho dos tratores e as horas trabalhadas necessárias para os mesmos cultivos. Essas economias, mais os ganhos de produção, resultam e um incremento na produtividade de 5% a 25% por cento, mais do que ultrapassando os custos adicionais da incorporação de culturas de cobertura, e, o que é muito mais importante para o meio ambiente, os custos do uso de mais herbicidas.
     b)     Reduzir o risco de poluição ambiental nas águas das grandes cidades.
          Exemplo: a construção de três lagos de estabilização do rio Sarapuí como a solução mais barata para o tratamento de esgotos de parte da cidade do Rio de Janeiro. Essas lagoas dispensam equipamento eletromecânico e não necessitam de pessoal de operação e acabam com o contato direto da população com as valas negras permitindo a melhoria da qualidade das águas do Rio de Janeiro. O sistema de lagoas de estabilização em série, é capaz de remover 95% das impurezas da água.
          Outro exemplo é o sistema de tratamento alternativo de esgotos adotado em Cosmópolis (SP), na bacia do rio Piracicaba. Todo o processo é feito em 500 metros quadrados. O equipamento usa a pressão da água e as reações químicas na dispersão dos poluentes.
     c)     Conservação da biodiversidade das florestas. Exemplo: na serra da Concórdia, em Valença, está sendo iniciado o programa Trilha Ecológica. O objetivo é, através do contato com a natureza, preservar a fauna, flora e o ecossistema da região, que está incluída na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica desde 1994. Pelo programa, os caminhantes têm a disposição instrutores e guias especializados que fornecem informações sobre a importância da mata para o equilíbrio ecológico e para o clima, além de informar sobre os ciclos biológicos e a formação das águas desde as primeiras nascentes.
     d)     Estimular o plantio de árvores em cidades ou locais onde ocorre a devastação. Exemplo: em Ribeirão Preto (SP), estão sendo plantadas 809 mil árvores nas ruas, avenidas e áreas urbanas em geral, visando atingir o índice de 12m2 de área verde por habitante, conforme recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMC).
     e)     Instalação de equipamentos de controle da poluição atmosférica para tratamento das correntes gasosas, que podem ser:
          a)     para remoção de partículas:
               - câmaras de sedimentação
               - ciclones
               - filtros de manga
               - precipitadores eletrostáticos
          b)     para remoção de partículas e absorção de gases:
               - lavadores de gases
               - torres
               - pós-queimadores
          c)     para absorção de gases:
               - lavadores de gases
               - torres
               - absorção com filtro de carvão
               - pós-queimadores catalíticos.
     f)     Efetuar um planejamento das áreas de florestas para sua adequação à agricultura, produção de madeira, proteção da vida selvagem e outros usos. Este planejamento visa contudo, a proteção dos cursos de água, produção sustentável de bens oriundos da floresta, conservação de espécies e recreação.
          Exemplo: em 1984, a Fundação Ford na Indonésia, com o apoio do governo, ajudou a criar o Grupo de Trabalho para Área Florestal Social, que tinha o intuíto de encontrar modos social e ecologicamente aceitáveis de administrar as florestas de Java. Usando técnicas agro-florestais que combinam árvores e cultivo de alimentos, os produtores plantaram espécies de árvores distantes o suficiente para que restasse espaço à plantação de alimentos no mesmo terreno. Os produtores foram, ainda, incentivados a plantar árvores que dessem frutos, carvão vegetal e madeira. O agro-florestamento conserva a fertilidade do solo, pois o cultivo de alimentos, como legumes, repõe os nutrientes que são retirados do solo por outros cultivos.
     g)     Estimular o uso de tecnologias industriais limpas - por exemplo, decapando peças de metal por fricção mecânica (em vez de mergulhá-las em banhos de ácido), vulcanizando a borracha por microondas (em vez de mergulhá-las em banhos de sais fundidos), ou descascando os legumes mecanicamente (em vez de mergulhá-los em banhos).
     h)     Incentivar a prática da cultura ecológica, ou seja o meio de produzir “limpo”. Para isto, deve-se utilizar os seguintes métodos:
          –     Ajustar as doses de adubos às necessidades da planta - espalhando as quantidades certas nos melhores momentos e, se possível, fracionando o aporte aos momentos-chave de crescimento da planta.
          –     Melhorar o modo de disseminação dos adubos.
          –     Evitar as “perdas” de azoto, que ocorrem principalmente quando o solo está nu ou pouco coberto: daí a idéia de implantar culturas de inverno que consumam os restos de azoto do solo e evitem sua lixiviação.
     i)     Utilizar o processo de industrialização sem riscos, divididos em: industriais, nucleares, acidentes no mar e transportes perigosos.
          –     Os riscos industriais: na Europa há a adoção de uma diretriz européia, chamada “diretriz Seveso” , que obriga as fábricas com riscos a fazer “estudos de perigo”, ou seja, prever planos de intervenção (dentro e fora do estabelecimento), no sentido de informar o público dos arredores e planejar um domínio da urbanização (zonas “francos” ao redor das fábricas).
          –     Os riscos nucleares: preparação de equipes para situações de crise.
          –     Os acidentes petrolíferos no mar: cinco a dez acidentes graves acontecem todos os ano no mundo, segundo a Organização Marítima Internacional (OMI). Assim, é necessário que se obriguem os navios petroleiros ou químicos a ter cascos duplos, compartimentos (para que tudo não seja despejado no mar), tripulações qualificadas e sérias, proibindo certas rotas perigosas e sensíveis.
          –     Os transportes perigosos - proibição de certos itinerários, a formação dos homens, o acompanhamento por rádio dos veículos mais perigosos, a segurança das empresas de transporte devem ser ampliadas.
     j)     Ampliar a proteção à natureza, através de:
          –     Reservas, parques - um dos meios de salvar as espécies e seus habitas é criar “reservas”ou “parques”, cuja finalidade é proteger e conservar.
          –     Conservatórios botânicos, zoológicos - destinados a animais à beira de extinção.
          –     Estímulos econômicos e fiscais, como:
               a)     taxas - para penalizar produtos e atividades desfavoráveis ao meio ambiente;
               b)     isenção de taxas ou subvenções - favorecendo produtos ou atividades “simpáticas” ao meio ambiente.
     l)     Incentivar a criação de escolas voltadas à prática do meio ambiente, principalmente no Brasil, se possível, nos moldes de escolas européias, como a Fundação para Educação do meio Ambiente, que organiza aulas sobre o mar ou ações de reflorestamento. Exemplo: na França, a Educação Nacional não deixa de se associar às organizações internacionais, às associações, às coletividades locais, às administrações de parques naturais, com aulas sobre as montanhas, o mar, as águas, as florestas.
     m)     Adoção de tática educacional e de sensibilização da população, mediante processo permanente de orientações, além das ministradas nos diferentes graus e métodos escolares.
     n)     Amplo intercâmbio nacional e internacional de informações e de experiências entre pessoas de interesses divergentes nas questões de ordem ambiental, visando à sensibilização e à conciliação entre o desenvolvimento socio-econômico e a preservação e conservação do ambiente.
     

6 METODOLOGIA

     A metodologia escolhida para o futuro trabalho será a bibliográfica, em razão de que “as pesquisas se propõe a análise das diversas posições acerca de um problema, costumam ser desenvolvidas quase exclusivamente a partir de fontes bibliográficas” (GIL, 1991, p. 48). Isso encontra semelhança com o estudo a ser realizado, porque pretende-se analisar a importância de um trabalho educativo com crianças das cinco primeiras séries do ensino fundamental sobre a preservação dos recursos naturais.

8 REFERÊNCIAS


CORSON, Walter H. Manual global de ecologia: o que você pode fazer a respeito da crise do meio ambiente. São Paulo: Augustus, 1993.

CUNHA, Sandra Baptista da e GUERRA, Antonio José Teixeira (orgs.) Avaliação e perícia ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.

DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e prática. São Paulo: Gaia, 1994.
PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais. Brasil: Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2001.

FREITAS, Vladimir Passos de et al. Crimes contra a natureza. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1997.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1991.

JUCHEM, Peno Ari. A questão ambiental. Maia. 1ª ed. São Paulo: PIAB, 1992.

VERNIER, Jacques. O meio ambiente. Campinas, SP: Papirus, 1994.

VICTORINO, Célia Jurema Aito. Canibais da natureza: educação ambiental, limites e qualidades de vida. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

VITERBO Junior, Ênio. Sistema integrado de gestão ambiental. São Paulo: Editora Aquariana, 1998.


Biografia:
Sou pesquisador científico há vários anos e possuo conhecimento sobre diversas áreas.
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