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O Coração da Estátua
Vanice Ferreira

Resumo:
A crônica foi inspirada nas apresentações de uma Estátua Viva, suas possíveis emoções e significados poéticos, mistérios e sonhos do artista...


      Ao andar pela Rua XV, mais conhecida como Rua das Flores, um belo e colorido cartão postal de Curitiba, minha cidade. Gosto de observar às apresentações de um artista que se veste com roupas de cor branca ou cinza clara, e comporta-se como uma estátua de mármore.

      Ele não é apenas mais um rosto na multidão, como os outros anônimos que passeiam nesta colorida e agradável rua, frequentando as lanchonetes, as lojas e livrarias, pois sua apresentação como Estátua Viva chama atenção, por permanecer imóvel. No entanto quando alguém se aproxima, com poucos movimentos ele mostra algumas páginas com poemas que escreveu sobre paz, amor e o significado da vida...

      Sinto em seu olhar que o poeta e a estátua se encontram unidos como peças mágicas de um quebra-cabeça, que os olhos do artista observam as pessoas, como se ele pudesse entendê-las, desvendar-lhes os segredos e mistérios...

     Mas, se a estátua vive como seria a vida do homem que empresta sua alma à estátua? Quais seriam seus sonhos, seus amores, suas angústias?

    Será que o coração da estátua bate forte cada vez que lemos seus poemas? Penso que sim, afinal ele é poeta, e um poeta vive de emoções, de desenhar em palavras seus sentimentos, sua visão do mundo, suas paixões...

Parabéns ao artista!

Obs. Personagens: Agricultor em cor cinza claro, Filósofo em branco e fotógrafo em Bronze.


Vanice Ferreira
23/11/2009





Este texto é administrado por: Vanice Zimerman
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