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SERÁ QUE TEMOS ROTINA?
teresa armando elios da silva

Resumo:
Reflexões acerca de como estamos levando a "nossa chamada rotina". O que é ter rotina, será que realmente a temos?

SERÁ QUE TEMOS ROTINA?


O que é ter rotina?
Este termo significa realizar todos os dias as mesmas tarefas, os mesmos trajetos, os mesmos comportamentos,...
Será que cumprimos todos os nossos afazeres, trajetos, comportamentos sempre da mesma maneira?
O ser humano reclama de ter que fazer sempre as mesmas coisas, conviver com as mesmas pessoas e que vive estressado com a sua rotina.
Se realmente agimos de maneira rotineira é um bom sinal ,que a nossa vida está aparentemente sob controle em todos os sentidos.
Por outro lado se realizamos todos os dias as nossas tarefas, os mesmos trajetos, as mesmas convivências então que seja com mais atenção e autocrítica.
Vejamos, quando despertamos para um novo dia, temos um dia novinho em folha a nossa frente.
Dependendo do nosso humor o dia já se desenha em nossa mente e pensamos:
_Hoje o dia promete!
O dia promete, não o nosso estado de espírito. As nossas tarefas, trajetos, convivências não serão como no dia anterior, situações que poderiam ser resolvidas com coerência, educação, são direcionadas pela arrogância, raiva, podendo colocar em risco cargos, amizades que lhe pareciam estáveis, então sem rotina.
Agora se o indivíduo for comedido, centrado, possuidor de uma autocrítica apurada, logo perceberá nas entrelinhas das conversas, nos trajetos, no cumprimento das tarefas se está sendo levado pela mesmice diária, ou se tem algo que pode ser melhorado.
Pensará:
_ Se eu tenho que viver todos os dias do mesmo jeito, existe sempre algo que posso mudar, verificar se não estou dando valor a coisas pequenas como uma cara feia, emburrada, uma resposta ríspida, uma rejeição, ao invés de valorizar a saúde que tenho apesar de vez em quando sentir dores, de ter pessoas ao meu lado, trabalho! Se faço parte das “panelinhas” desagradáveis do meu trabalho e também estou me tornando sarcástico, frio.
Se lermos um livro várias vezes, contarmos a mesma estória, não será igual sempre se notará algo diferente no conteúdo do livro e na nossa narrativa, mudamos de ponto de vista, o modo de encarar a vida e obviamente a maneira de realizarmos as nossas tarefas que chamamos de rotineiras e que tanto nos irritam, nos estressam a ponto de nos arrastarmos pela vida como ela fosse um fardo e não uma dádiva de Deus.
Não temos rotina como a enxergamos e sim atribuições que fomos agregando ao longo do nosso histórico de vida e podemos realizá-las cada vez melhor.
Exemplo:     
Tomar o cafezinho e sorrir para quem lhe serviu, agradecer quem lhe ajudou em um momento de necessidade , um vizinho, colega de trabalho, pedir desculpas. A rotina ficará mais leve.
Quando somos surpreendidos pela doença, perda de bens materiais, mortes, sentiremos falta daquela rotina estressante e que poderíamos ter vivido mais leve, mais agradecidos a Deus e aos que nos rodeiam.
Quando formos embora desta vida sentiremos mais falta do que não fizemos do que arrependimento pelas tentativas de acertos que realizamos.
Rotina sim, acúmulo de deveres, mas que mais um dia, um dever realizado, uma nova pessoa agregada possa ser vista com alegria, autocrítica e empatia.





     






Biografia:
Sou assistente social e gestora do terceiro setor, trabalho com autoconhecimento direcionado a crianças, adolescentes e suas famílias.
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Artigos A CRIANÇA E A DESAGREGAÇÃO FAMILIAR teresa armando elios da silva
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Publicações de número 21 até 22 de um total de 22.

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