| Morte |
| joao |
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Meus olhos se abriram
Estava num quarto trancado
Meu coração estava algo encarcerado
Que estava eu ali a fazer?
Na verdade sentia um enorme prazer
O mal me queria assombrar
Nao tinha como escapar
Nem mesmo as paredes as raspar
Nada... as paredes estavam bem revestidas
Estava condenado a morrer naquele local penoso
Tão infame e assombroso
Por momentos me deixei cair levemente
Meus olhos , meu coração deixavam de bater brevemente
E a fuga essa tinha passado á história
O terror daquele local era para mim só mais uma memória
Destinado á pouca sorte
Esperando por aquele doloroso corte
A Morte
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Biografia: joao 18 anos nascido em Lisboa signo carneiro clube fcp portador de 42 poemas neste exacto momento estudante nas escolas nº 91, pintor almada negreiros e neste momento a estudar na escola padre vieira escrevo tudo um pouco coisas boas, más que vao acontecendo no meu dia-a-dia entre outras coisas, solteiro e nem sempre bem com a vida
poemas de eleição : Amor é fogo que arde sem se ver de luis de camões :) |
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