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Outro dia que meu diafragma engolira soluços, que minhas maçãs avermelharam de secar as lagrimas com as mangas da blusa, que meu paladar já não degustará sabores depois do oitavo ou nono copo.
Outro dia que me entrego a essa redenção e me sinto fraco novamente, tornou-me fraco esses dias de redenção.
Outro dia triste, e eu mais triste que o dia, ele de céu cinza, eu de olhos vermelhos, os dois juntos dividindo as lagrimas.
Outro dia que o olhar distante é minha única companhia, sem foco exato. De que importa para onde olho? Se o que quero ver esta longe do horizonte, que já é distante para alcançar o olhar, volto para redenção.
Outro dia que voltou, outro dia que virá a ser... Outro dia.
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