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O Veneno de Afrodite
Sóren Sadalmelikh

Anelo sentir meus lábios nos teus, assim como deseja o Beija-Flor em encontrar a mais bela e adocicada flor dos jardins do amor.

Mesmo como o Mar, triste e solitário, espera anciosamente o nascer da aurora; na interminável esperança de naufragar os barcos da saudade, tocando a face de sua amada Lua; anceio, com todo fôlego da alma, o alvorecer do dia em que estaremos juntos, para sempre.

O vento caminha por campos floridos; procurando, talvez, alguém que lhe aqueça o coração em noites frias e resfrie-lhe a alma em tardes ensolaradas; do mesmo modo, lançar-me-ei nos horizontes da vida, descendo profundos vales e subindo colossáis montanhas, na busca por conquistar as ternuras do teu abraço e a doçura dos teus beijos.

Restará que se nalguma manhã achares que acinzentada tornara-se a luz dos olhos meus e não mais encontrares deleites em minhas carícias, vai-te!
Sigas teu caminho, uma vez que teu corpo não é cativo do meu tampouco teus olhos são canários, um dia encarcerados pelos meus!
Tão somente, pertences ao céu noturno, pois é lá o assento etéreo das labaredas celestiais; pois é lá a morada do brilho dos olhos teus, duas estrelas candentes.



Biografia:
Sóren Sadalmelikh (pseudônimo) nasceu aos vinte e sete dias do mês de Dezembro, no ano de 1990, na cidade de Bom Jesus de Goiás - GO. Escreve poesias desde os 12 anos de idade. Suas composições poéticas apresentam uma mistura peculiar entre Parnasianismo e Simbolismo. Se por um lado suas composições demonstram métrica e rima (características do Parnasianismo), por outro apresentam o lirismo característico do Simbolismo. O Poeta busca ainda dar uma pincelada de Filosofia e Ciência em suas poesias. DIREITOS RESERVADOS JUDICIALMENTE.
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