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Aldrabão das docas
Fellipe Knopp

Desvirtua se pelo caminho torto

Proprina a cuja alma lhe faz cosca

Apedeuta de armazem de cais de porto

Soberbo com faturamento de birosca

celebridade de fundo de quintal

com lobby familiar de rameira

Personalidade futil de boçal

Argucia de aldrabão de algibeira

Adonismo de indigente mental

modinha veraneia ditada por
folhetim

Esdruxula estetica comportamental

De diplomata de porta de botequim

Mercantilismo corruptor

De mascate de quinta categoria

Altivo com merchandise amador

de balcao de padaria

Peixada de sardinha esquiva

por manjubinha da silva

Metido a tubarao da sernambetiba

Cuja cauda em nepotismo resvala

Que nao passa de barrigudinho de vala

De esgoto de sepetiba

Trafico de meia informação

De pescador de agua de vaso

Pra apedeuta bancar sabichao

com sofisma raso

De estelionatario trapalhao

Com exito ao mero acaso

Concubina de paria

Em desvio de conduta

a favorecer sua laia

Enseja devasso projeto

Terroir de mulher objeto

de celeiro de puta

blefe de superego anestesiado

com cinco num so encoxo

Com anuencia de pai frouxo

Finge orgulho deturpado

De capacho sexual

Por engodo convencido

Sua moral em desarranjo

Rabo em volupia oferecido

A gandaia luxuriosa de marmanjo

Fazendo joguinho de opinião

Seu senso de pertencimento

Operando a senha de reconhecimento

Culto de personalidade mocoronga

Que no suburbio fez escola

Corna servil sem vergonha

Com sua dignidade ofertada

Pra promover correligionário de corriola

Messalinas desfrutadas

Vagabundas desprovidas de meritos

Fazem da promiscuidade seu unico atrativo

Deferem fabulas descabidas em
descredito

Malogrando cavar em deslealdade

atalho alternativo

Para forjar

uma identidade cultural

Sofisticada com mascara vulgar

de pervertimento artificial

Grunhidos balbuciar

Em sua sina ingloria pra que sua

corja simploria se sinta especial

Que acha que vulgaridade
pubertina

Tem atributo paranormal de

sensualidade degradada

De pornochanchada como

instituiçao natural

De feminilidade pseudo sagrada

Pra pai de devassa sem honra

Que sem vergonha dá sem medo

Chorar em segredo

mas fingir que se agrada




Biografia:
Número de vezes que este texto foi lido: 62


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