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RIO DAS ALMAS 3 IND 14 ANOS LIVRE
DE PAULO FOG
ricardo fogzy

Resumo:
BOM


             O salão esta cheio, as mulheres transitam, bebem, dançam e seguem para os reservados com seus clientes.
    - Moisés, cuide bem do comando de bebidas.
    - Sim senhora.
    - Já te disse, aqui me chame por Carmem.
    - Sim dona Carmem.
    - Já vi que vou ter que demiti-lo.
    - Por favor senho.........
    - O quê?
    - Por favor Carmem.
    - Assim esta melhor.
    Já por entrar na madruga, entram ali 3 pessoas, Moisés segue até eles lhes mostrando a mesa e o cardápio.
    - Tem algo para comer, fora as funcionárias do lugar?
    - Sim senhor.
    O homem faz o pedido, os outros dois também pedem só bebidas, Moisés vai até a cozinha e logo traz as bebidas e avisa que o bife á parmegiana vai demorar um pouquinho.
    - Quanto?
    - Uns 15 minutos.
    - Que tal dez?
    - Tudo bem senhor.
    Logo vem Matilde a trazer uma bandeija coberta com uma tampa de panela, serve o bife ali no prato que Moisés trouxera, os presentes ao sentirem o aroma, ficam ansiosos.
    - Sabe, acho que vamos querer também.
    Moisés anota no papel e segue para a cozinha, Matilde é convidada a ficar com um deles.
    Minutos depois o rapaz vem com outros bifes preparados por Carmem, serve este com auxilio de Matilde que tem seu corpo todo investigado por aquele senhor que a escolheu.
    Neste momento, um certo descuido, um deles deixa cair o talher no chão, Moisés se oferece para pegar assim fazendo, ao descer vê uma arma na cintura de um deles.
    - E agora?
    O garoto termina de servir, troca o talher e neste avisa a Carmem sobre o que vira.
    A mulher vai até José que esta muito atarefado a cuidar de umas 11 mesas sozinho, logo o homem sai, o clima ali continua igual com todos ali, até que em certo, Matilde pede para sair do colo do homem.
    - O que foi, não esta gostando?
    - Por favor, preciso ir ao banheiro.
    - Não precisa, para quê sair daqui, pode fazer aqui mesmo, é xixi, adoro ver uma mulher mijar.
    - Ai que porco, bem que percebi.
    - Percebeu o quê, sua puta do caralho?
    - Vá se fuder.
    A mulher recebe sem esperar um tapa no rosto, no segundo ela segura a mão do cara e com a outra aperta com sua força as partes baixas dele.
    - Sua piranha desgraçada, velha, vagabunda.
    - Vá se fuder. Ela dá uma cabeçada nele que tonteia e cai.
    Esta instalada a confusão ali, garrafas e outros objetos sendo jogados e Moisés ali segue rastejando até o balcão, chegando neste, o garoto pega o rifle e dispara para o alto.
    Todos ali parados quando olham em direção ao bar, Carmem ali de posse de sua espingarda e um 38 no cinto.
    - Muito bem, sei que ouviram muitas estórias de tiroteio, confusão, brigas e até assassinatos em casas como essa, só posso dizer-lhes, e verdade, sim, a maioria do que ouviram são reais, veridicas, mais isso não indica que aqui vai ser tornar mais um lugar desses, ainda quero e vou seguir querendo, respeito total aqui.
    Alguém sorri ali.
    - Por favor, seja quem for, retire-se.
    - O quê?
    - Eu disse para sair, por bem ou por outros modos. A mulher aponta a arma e o homem que sorriu segue para a saída.
    José retorna com a policia local, as autoridades ouvem o fato e fazem os homens pagarem suas contas e sairem.
    - Vou fazer é uma queixa junto a delegacia regional.
    - Faça, só que será amanhã ou depois, por que o senhor sabe, ela fica um tanto longe daqui.
    O homem paga a conta e sai sob o olhar de Carmem.
    Confusão contida, ânimos bem refrescados, a alegria segue com os que ficaram, Carmem segue com o delegado para o seu quarto.
    - O que deu em você, quer ir presa, não estamos mais em época de faroeste, sabia?
    - Só vi acontecer coisas, acredite, o garoto pegou o rifle.
    - Já lhe disse Carmem, mande ele embora, isso aqui não é lugar para menores.
    - E vou deixa-lo aos cuidados daquela mulher, acho que é isso que você quer?
    - Bem, o que posso fazer por ti é arrumar um outro ajudante para seu negócio.
    - Certo que é um ex detento?
    - E daí, quem vai ligar, o cara tá limpo agora.
    - Eu, eu vou ficar com medo.
    O delegado vai até ela lhe abraçando.
    - Quando foi que eu fiquei tão louco por uma mulher tão linda quanto você?
    - Vai logo pegue o que quer.
    A mulher abre a gaveta e lhe entrega uma quantia.
    - Sabe que para mim tudo bem, o problema são os outros.
    - Sempre confiei e vou continuar confiando em ti.
    - E ai, posso voltar mais tarde?
    - Lógico Mateus, aliás dr Mateus.
    - Te quero.
    - Eu é que quero e muito você dr.
    - Vou voltar.
    - Te aguardo ali naquela cama, só eu e o dr. Beijos.
                                    27012020..................









                    Matilde ajuda José a fechar o Flor, Moisés vem a eles já em pijama, traz na mão bolachas e um copo com leite morno e canela.
     - Vou dormir.
     - Vai mesmo nosso anjinho.
     - Boa noite.
     - Sim, boa noite principe.
     O garoto segue para o seu quarto improvisado ao lado do depósito onde se guardam as bebidas e outros produtos.
     José desliga a luz, vai até o quarto de Moisés e lhe diz tchau, o garoto já um tanto sonolento não percebe o homem lhe cobrir com o lençol.
     Ao sair, Carmem surpreende o garçom.
     - Realmente gosta do garoto, José?
     - Sim senhora, acredite, vejo nele um eu bem do passado.
     - A quanto tempo nos conhecemos José?
     - Uns vinte anos senhora.
     - Sabe, de inicio relutei muito em te-lo aqui trabalhando, hoje vejo, foi a melhor aquisição que fiz.
     - Agradecido senhora, mais sabe, eu também fiquei um tanto indeciso, por que sabes, um homem vir trabalhar em certo ambiente........
     - Já não o faz mais o homem que era.
     - Me desculpe.
     - Nada José, sei muito bem de tudo isso, acha que para mim foi fácil, foi muito pior e olha cá estamos vivendo nossas vidas.
     - E muito bem senhora, agora vou indo, minha esposa deve estar preocupada.
     - Santa mulher que entende esse seu trabalho.
     - Meio que entende, ás vezes o pau fecha lá em casa.   Risos.
     José caminha para a porta ao lado esquerdo do bar, abre esta e sai, na calçada um homem aguarda.
     - Carmem já se retirou?
     - Acho, estar a sua espera, senhor.
     - Obrigado José.
     - Boa noite.
     - Boa.
     Mateus entra por ali, José tranca a porta e segue rua abaixo para sua casa, o delegado passa bem devagar próximo ao depósito com intuito de não acordar Moisés, porém dá de cara com o garoto ali com copo de chá gelado e mais bolachas.
     - Boa noite.
     - Boa.
     - Dona Carmem o aguarda.
     - Obrigado.
     - Sim dr.
     Mateus um tanto sem jeito sobe as escadas e segue para o quarto de Carmem, dá uma leve batida e entra neste, o ambiente em leve penumbra, revela que Carmem não esta no lugar marcado, a cama, ele segue até esta e alisa de leve os lençóis de sêda, tira o paletó e sapatos e quando se vira para guarda-los no cabideiro atrás da porta é agarrado por Carmem que pula no delegado beijando-o.
     - Me assustou.
     - Oxe, um delegado ser surpreendido e ainda ter o falo de dizer que se assustou.
     - Ponha a mão em meu peito.
     Carmem leva a mão ao peito do homem ali e logo esta é descida por outros pontos dele.
     - Agora gostei.
     - Sempre no ponto.
     - Adoro.
     A mulher joga o delegado na cama e ali roupas são atiradas e eles se embrenham no prazer.
     Moisés adormece deixando o aparelho de tv que ganhara de Matilde em seu último aniversário.

                                               290120220.........


Biografia:
ler e escrever é minha vida assim
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