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Júbilo
Matilde Diesel Borille

Às vezes
pra sentir o céu no meu pobre coração,
na Natureza, comungo com a Grande Consciência.
Nas relações, comungo nas meditações de um amigo e dentro da história da filosofia da dúvida, comungo a lição dos antigos.
Quase sempre, quisera que fosse sempre, quisera que fosse mais, na Santa Missa, que respeito, que júbilo, que alegria eu sinto. Eu comungo o Cristo na hóstia.
Por que não?
Nas terras sentidas,
num tempo que longe vai,
aquele um,
aqueles dois,
aqueles três,
ou, muitas vezes aqueles, mil,
lançados na fornalha
sete vezes aquecida,
comungaram com Deus na vida,
bem como na morte.
Se eles puderam, eu posso.


Biografia:

Este texto é administrado por: MATILDE DIESEL BORILLE
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