Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
AMOR E DOR: ESTA RIMA NÃO FUI EU QUEM CRIEI
Flora Fernweh

Meu coração não sobreviveu às intempéries do amor, caiu em ruínas, sempre fora vaiado pelo destino, os traços da solidão caminham perpetuamente a passos pesados. Enquanto lágrimas vorazes jorram da serena jugular ótica, a centelha da alma acende-se, fulguras sísmicas anunciam a catástrofe provocada por dois amantes, cada um em seu abismo, cada um prevendo um choque cósmico entre dois universos pré-calejados. O ser infortunado ciente está, de que amar não é sua essência, sofrer o amor é que é. Ausências são inspiração, muito mais que o apego com o objeto a qual está platonicamente alienado. Hipnoses efetivas exortam espíritos, enquanto ilusões nos colocam em transe e nos fazem crer que vivemos algo inconcebível a tatos racionalistas: o amor, encarado da forma menos grotesca e mais idealizada possível por aqueles que julgam-se “sãos”, mas sabem em seu íntimo, que não o são.



Biografia:
Sobre minha pessoa, pouco sei, mas posso dizer que sou aquela que na vida anda só, que faz da escrita sua amante, que desvenda as veredas mais profundas do deserto que nela existe, que transborda suas paixões do modo mais feroz, que nunca está em lugar algum, mas que jamais deixará de ser um mistério a ser desvendado pelas ventanias. 
Número de vezes que este texto foi lido: 65783


Outros títulos do mesmo autor

Artigos Minicurso de Latim Flora Fernweh
Poesias Olhar precipitado Flora Fernweh
Frases O amor vem das estrelas Flora Fernweh
Poesias Desde sempre Flora Fernweh
Crônicas A verdade sobre o amor Flora Fernweh
Poesias O nascimento da poesia Flora Fernweh
Frases Sacra analogia do drama Flora Fernweh
Crônicas Previsões Mega da Virada Flora Fernweh
Crônicas Sobre Paulo Coelho Flora Fernweh
Crônicas Pseudônimo desvirtuado Flora Fernweh

Páginas: Primeira Anterior Próxima Última

Publicações de número 41 até 50 de um total de 461.


escrita@komedi.com.br © 2026
 
  Textos mais lidos
Menino de rua - Condorcet Aranha 66167 Visitas
MENINA - 66164 Visitas
sei quem sou? - 66164 Visitas
O campo invisível - Isnar Amaral 66150 Visitas
Desabafo - 66148 Visitas
Poema à consciência - Condorcet Aranha 66138 Visitas
Anistia para a imprensa - Domingos Bezerra Lima Filho 66133 Visitas
"Caminantes" - CRISTIANE GRANDO 66124 Visitas
Descansar ! - Maria 66118 Visitas
A menina e o desenho - 66112 Visitas

Páginas: Primeira Anterior Próxima Última