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ME CHAME 3 TERROR LIVRE 11 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
ricardo fogzy

Resumo:
PARA 11 ANOS ACIMA TERROR


                   Cinco meses depois - Antônio fora transferido para outro municipio, sobre o ocorrido ficou como que arruaceiros vindos de outro lugar, entraram em seu quintal tentaram roubar a bike de seu filho.
     Sua esposa não gostou nada da solução mais se sentiu aliviada em parte com o abono e aumento no soldo de seu marido.
     Com o tempo as coisas vão se ajeitando.
     Fim de semana, o forró do Boiadeiro é o point da cidade, várias pessoas, rapazes, moças, casais, a festa é sempre bem animada aos sabados.
     Leticia, aproveita a viagem de seus pais e sai para o forró, saia curta, blusa vermelha com brilho, sapato salto anabella, make bem marcante, junto da amiga Ligia as duas são a sensação do baile.
     - Menina, você percebeu que hoje esta melhor do que o sábado passado?
     - Se esqueceu, sábado passado não vim.
     - A é mesmo, você só vem duas vezes no mês.
     - Graças aquela velha que exige a visita dos velhos lá de casa.
     - Sabe, agora que você disse, nunca entendi o que tanto seus pais cativam aquela velha?
     - Nunca te disse?
     - Não.
     - Nem vou dizer agora, vou é dançar com aquele cara que fez sinal, faz um tempinho que estou de olho nele.
     - Não perde o ritmo hein amiga?
     - Fui amiga. Leticia sai da mesa deixando Ligia ali a brincar com o canudo do refri, logo um rapaz a chama para a pista de dança.
     A noite continua na alegria do ritmo dali, já perto das 5 da manhã, as duas amigas saem, um pouco alta pelo álcool, Leticia tenta chamar um táxi mais o motorista ignora pegando um casal depois delas.
     - Filha da puta, grana é tudo igual, corno.
     O motorista estende a mão para fora e mostra o dedo, mais xingos das duas que acabam por rir.
     Andam pela calçada e ao atravessar a rua uma moto pára frente a elas.
     - E ai gatinha que tal dar uma volta?
     - Eu?
     Lígia fica surpresa com o convite e Leticia lhe dá total apoio, assim a mulher sobe na rabeira se despedindo.
     - Você vai ficar bem?
     - Lógico, olha lá.
     Do outro lado da rua, na calçada um dos rapazes que dançou com ela faz um aceno.
     - Tchau amiga.
     - Tchau.
     - Depois passo na sua casa.
     - Passe mesmo hein. Risos.
     A moto sai com Lígia, Leticia atravessa a rua e recebe um abraço, beijo e o cara a chama para caminharem.
     Minutos depois ali encostado ao muro do colégio, ela entrega o seu prazer para ele.
     - Nossa, mais você é bem mais gostosa do que eu imaginava.
     - Sério?
     - Tô te falando, nossa que delicia.
     - Então aproveita mais não muito tá.
     - Delicia.
     Ouvem um barulho e o rapaz fecha o zíper, ela abaixa a saia e eles saem para uma praça com árvores de copas baixas, ali entram debaixo de um e encontram um colchão de berço, Leticia deita ali e o rapaz fica em cima dela, gemidos, beijos e caricias.
     - Ouviu algo?
     - Não.
     - Mais eu ouvi.
     - Bobagens.
     - Vai ver.
     - Olhe, o jeito como eu estou.
     - Veste a roupa e vai, depois te faço algo que vai amar.
     - O quê?
     - Com a língua.
     - Me espera ai.
     - Vai logo bebê. O homem sai e anda por ali não vê nada e retorna, antes de chegar na árvore ali uma garota em vestido preto.
     - Me chame, me chame, qual o meu nome?
     - Oi, você esta perdida, mais cadê seus pais, olhe, tá bem tarde para uma garotinha sair assim, sozinha.
     - Me chame..........
     - O que foi, quer que eu te leve para casa?
     Num piscar de olhos ele não a vê, logo sente uma fisgada nas costas, leva a mão e traz com manchas de sangue, ele grita.
     Leticia ouve o grito e fica em desespero, arruma a roupa e fica tentando ouvir, nada, sai dali e fica a procurar pelo homem e não o vê, ela anda em direção ao muro onde antes estavam e vê um vulto correr no sentido oposto.
     - Ei é você?
     Sem resposta ela decide por ir atrás, em outra árvore vê alguém e se aproxima, só então percebe que são sombras, tenta retornar para a rua mais ali ao lado num banco a garota sentada, a seu lado o cara de costas.
     - Oi, você esta bem, quem é essa garota, é sua irmã, sobrinha?
     Nada de respostas, ela vai se aproximando e ao toca-lo, ele cai, seus olhos foram retirados, sua boca sem lábios e dentes, ela grita e tenta sair correndo mais não tem forças nas pernas, ela urina em medo.
     - Porca.
     - O quê, quem é você?
     A menina avança nela e crava uma faca na barriga, Leticia grita, mais facadas e ela cai no chão, olha para a menina que se aproxima dela, abre as pernas, levanta o vestido urinando em Leticia.
     - Me chame, me chame............
     - Não. Grita em todo seu pavor.
     - Cale a boca, vadia.   Com olhar fixo em Leticia, a menina vira os olhos e o pescoço de Leticia é torcido com uma toalha molhada, quebrando, jaz ela ali com os olhos arregalados.
     Uma viatura vem até ali devido a alguém ter feito denuncia devido ao barulho, já que a praça é bem conhecida pela má fama de que a noite ali servir de abrigo a amantes e namorados.
     Ao policial jogar o foco do farolete, ali no chão em meio a poça de sangue Leticia morta, mais a frente é encontrado o rapaz morto.
     Durante o domingo todos os policiais de outras 3 cidades saíram em diligência á procura deste cruel autor assassínio.
                               14122019.........................



Biografia:
ler e escrever é minha vida assim
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