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Quase perfumado
Carlos Correa

O que está olhando?
Ah perdoe-me, melhor reformular
Para quando está direcionando seus olhos
A dor incomoda, não?

Daqui de onde estou
As estrelas têm um brilho quase perfumado
A grama é tão mais verde
E a dor quase não é sentida

Não quer ver comigo?
Não quer vir comigo?
Venha eu te mostro o caminho
Não há razão para navegar neste rio

Sabe minha amiga
Sua voz é doce
Sua proposta saborosa
Mas sua embarcação?
Apenas uma ilusão

Não não te culpo...de alguma forma
Sei que fui eu que atraí sua presença
Talvez tenha ouvido o sino
Mas sente aqui do meu lado

Eu lembro ah e como tenho saudade
Você tem razão de como as noites são maravilhosas
E os doces? Como são coloridos e suculentos
As flores têm cores que aqui jamais tivemos a chance de sentir

Mas por que está chorando?
Sim entendo seu lamento
Você não lembra, não é verdade?
Suas palavras buscavam apenas um amigo
De neblina e ausências vestem-se seus sentimentos

Eu preciso navegar neste rio sim
Há um propósito em cada lágrima
Sofrer por sofrer não nos aproximará da margem
Olhe para mim olhe nos meus olhos

Se a dor que suporta lhe ensina algo
Se transforma seu coração em um pátio de obras
Se lhe obriga a enfrentar seu orgulho e vaidade
Sempre será você o beneficiado será você a ganhar... leveza

Ela será o motor que levará sua embarcação
A aproximar as margens
Amansando as águas
Atracando longe da escuridão

Temos nosso tempo
Um curto intervalo entre o primeiro toque
E o último badalo
Ninguém engana esse tempo
Entende o que quero dizer?

Eu sinto saudade sim e muita
Mas vejo que você sorri agora
Sim sua sincera lágrima lhe trouxe uma visita
Vá vá em direção às suas margens
Mas prometa-me que ainda caminharemos juntos
Descobrindo novos sorrisos e sabores

Guardarei sim esse lenço vermelho trazido pelo vento
Lembrança dessa noite
De uma noite com um brilho quase perfumado

Fiquem com Deus

Carlos Correa


Este texto é administrado por: Carlos Manuel Correa da Silva
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