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Quando nunca mais poder lembrar-me de ti,
Sua cama lamentar minha ausência,
Esquecer seus beijos, braços…
Seus olhos buscarem a minha existência.
Até um dia…
Quando a ambição invadir-me o peito.
Sem ti me acho destreza,
Pura, amada, despida de valores da pobreza.
Um dia o mundo virá ao meu favor
E o meu sol em ti adurirá,
As estrelas sorrirão sorrisos ao teu pavor.
Queira Deus poupar-me das minhas vaganças
Porco aos porcos morrerás a tua morte
Queimando em tuas amargas lembranças.
João Paulo Gundo, 31 de Outubro de 2017.
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