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Empregabilidade – Equilíbrio (parte 02)
Trataremos sobre o valor do irrisório que, a principio nos impressiona um pouco por ser um paradoxo, pois, irrisório é algo sem valor ou não.
Imaginando aquela sobra de alimentos que ficam nos pratos, as moedas nos consoles dos carros ou ainda uma torneira que esta pingando cadenciadamente, enfim, nos remete a Historia de Aquiles da Mitologia Grega, onde sua Mãe o banhou nas águas de um Rio, cujas águas o imunizaria nas guerras, porem, como os calcanhares não mergulharam eles ficaram vulneráveis nas batalhas....
Existem coisas e no nosso caso são as coisas irrisórias que não raras vezes passam a ser o calcanhar de Aquiles de muitas Pessoas e/ou Organizações. É óbvio que não se trata de mesquinharia ou economia excessiva, pois se uma receita pede três ovos devemos colocar os três ovos, porem, se deixarmos uma torneira desaguando levará embora um rio de águas e a Organização terá que pagar por isso...
As famosas moedinhas que se acumuladas podem garantir financeiramente as férias das crianças ou os presentes tradicionais do final do ano e num contexto geral, os alimentos que jogamos fora daria pra alimentar milhões e milhões de Pessoas, mas o problema ainda não esta ai, pois quando desperdiçamos o irrisório tangível a possibilidade de recuperarmos mas quando desperdiçarmos o intangível significa que não haverá mais volta, enfim, se desperdiçarmos o tempo, como recuperaremos?
https://www.youtube.com/watch?v=2eWK1kkpjzQ
Dez minutos de leitura diária é exatamente um tempo irrisório, porem a soma no final da semana, do mês, do ano, das décadas, enfim....
Vamos imaginas que numa prova de seleção no sistema Publico ou Privado as palavras que Você deixar de conhecer, o conhecimento que não foi agregado pode ser e será o seu calcanhar de Aquiles e o desconhecimento fará falta no processo seletivo.
Na verdade o irrisório merece ser visto com outros olhos, enfim, ler mais, guardar a moedas, consertar os vazamentos, evitar passar receita de bolo pelo celular (é tempo que vai), etc, etc.
A manifestação do desejo
Um desejo ilhado, represado, não verbalizado é um desejo que não esta suscetível de ser realizado e, assim sendo é bom manifestarmos nossos desejos e expor nossas necessidades, enfim, a exemplo do Don Juan como conquistador a grande sacada é a iniciativa ao invés de terceirizar a tarefa para outrem e perdem muitas oportunidades, enfim, temos que perceber o que terceirizar e o que temos que fazer nas vias de fato.
As crianças usam o choro na manifestação dos desejos e, óbvio, os cuidadores de crianças entregam as mamadeiras para aquelas crianças que choram mais, enfim, diz o dito:
- Quem não chora não mama.
No mundo Corporativo os seus Clientes e possíveis Clientes deverão observar em Você e em sua Organização a solução para os problemas que tiverem e “linkarem” (quase que) automaticamente o problema que tiverem a Você como solução.
A Propagação de maneiras assertiva é essencial para nortearmos, pois desejos nas gavetas não se realizam, se manifestarmos aleatoriamente correremos risco e o ideal é canalizar a manifestação do desejo ao Profissional ou a Organização correlata ao que se busca, enfim, se a necessidade é financeira isso pede Alguém da área de Finanças, se o desejo for ser inserido em uma Organização passe a estudá-la para ter vantagens em um processo seletivo .
A idéia é manifestar o desejo e manifestar de maneira correta....
Jecer de Brito
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