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  Texto selecionado
(im)permanência
Ulisses de Carvalho

meu corpo, a minha voz
meus tropeços, tudo em mim
será até quando,
um somar anuários
– de carne e osso
sou sujeito a durar pouco
(o que vinga a existência,
acesso ao infinito, é pedra:
em silêncio impondo sua forma,
não murcha sob – ou sem – a água)


Biografia:
dentre-tantos.blogspot.com
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