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Autores como Vygotsky, Piaget, Froebel, Montessori e Emilia Ferreiro destacam que a ludicidade potencializa capacidades cognitivas, sociais e emocionais, além de favorecer aprendizagens significativas. A antecipação da alfabetização formal, antes dos 5 anos, pode gerar estresse, desmotivação e comprometer a compreensão real da leitura e da escrita, pois desrespeita o ritmo natural de desenvolvimento infantil. Brincadeiras de faz-de-conta, jogos, exploração do ambiente e experiências concretas desenvolvem habilidades pré-alfabetizadoras essenciais, como consciência fonológica, coordenação motora, linguagem e atenção. Pesquisadores contemporâneos reforçam que interações, vínculos afetivos e ludicidade devem ser prioridade na educação infantil. Assim, valorizar o brincar não é atraso, mas garantia de uma alfabetização futura mais saudável, prazerosa e eficaz.
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