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em cama
rei da alegria

Enfim e em silencio o rei da alegria descobria o pranto, ali na cama feliz de outrora o resto dele se valia, se tocava tentando achar o sexo o escarro e ate a propria sintonia, se tocava pois se não o fizesse ninguém o faria, se sentia o fim a navalha e os pes podres de todo dia, balbuciava suas palavras e sentia vergonha dos seus atos heroicos ou meramente de ter alegria, estava fadado a vida, como podia o rei da alegria sorrir se tudo, que ele gerava não agradava ou sequer supria, ele era estupido, nojento e o barco sem ancora que era outrora parece virou fundo e la no fundo se via, não compreender o que se tornou não se orgulhar mais de quem salvou ve no trivial de uma vida so a agonia, as vezes o menino que dormia em qualquer lugar em qualquer colo morreu em um remendo que não consegue dormi com a solidão deitada ao lado esfriando seus pes sujos o choro de afogar a si estava presente e era companheiro de si e sabia que seu companheiro precisava de ajuda mais nunca declararia a fraqueza o fracasso, e o sorrizo falso era o que se valeria para enfrentar a queda e o convívio com a frustração e a falta de dinheiro enfim te deixaria arrastado, arrazado com o paletó remendado alguém diria olha la ele me salvou não entendo como ele chegou a isso, esse é meu melhor meu dia dia minha imaginação meu coração eu apenas noite de bicicleta talvez ate desvie para a pista, ou caia em um precipício, estava com tanta vergonha de mim e dos galhos que secaram que eu não sei mais falar sirvo pra gritar e na contendo vivo, falo alto e ando nervoso não quero que ninguém me veja fraco, medo de não dar a minha geração o melhor, no meu ouvido na cama vazia na madrugada que segue em pela luz, nada nem sussurro nem gemido, nem grito, a solidão sibila ideias...


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Cartas em cama rei da alegria


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