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ESTRADA DE AÇO 18 NOVEL LIVRE 12 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM

Duquel ali frente ao general ouve uma espécie de intimato para que se rende indo tranquilamente com eles.
      - Eu poderia muito bem lhe dar fim aqui, neste local, velho medíocre, intrometido.
      - O que diz, sua insolente vou lhe mostrar.......   Nisso Esmeralda realiza um fato mágico fazendo o general perder a voz, Duquel ordena com aceno a vinda de 20 soldados do mundo negro.
      Esmeralda não vê aquilo de forma tão amigável, logo todo o lugar se torna uma praça de guerra, de um lado oficiais do castelo, do outro os soldados mercenários de Duquel.
      O general ali tendo seu corpo preso que por amarras mágicas, sem voz, nada pode fazer para que oriente a seus subordinados a melhor forma de ataque e defesa.
      - Ainda se sente confiante, velho?
      Duquel olha para o homem ali, o desafiando, mexe no corpo dele que por vez deixa escapar algumas lágrimas de seus olhos.
      - O que foi velho, esta sentindo o que é ser baixo, menor, é isso que você é e sempre será para mim, nojento estúpido.
      Esmeralda vem ali.
      - Vamos, já fez o bastante aqui.
      - Acho que não, melhor tenho certeza que não.
      - O que quer dizer?
      - Acho que isso.   Duquel enterra sem qualquer piedade, 2 adágas no corpo do homem, 1 no peito e outra 5 dedos abaixo dessa.
      - Esta louca, olha só o que fez, ja esta passando dos limites.
      - Me defendi, só isso, me defendi.
      - Não Duquel, você o matou assim de forma a mais desumana possível.
      - Sabe que ainda não.   Após ouvir aquilo, a ex ministra retira uma das adágas do corpo do homem e o degola ali.
      O general cai ao chão formando ao redor deste uma poça de sangue.
      - Vamos.   Em fato mágico elas desaparecem.
      Lúcia sai da sala indo para a cozinha quando recebe uma mensagem por telepatia, ela desmaia quando retorna esta sendo amparada por Silas.
      - Silas.
      - Fique tranquila, esta bem?
      - Aquela mulher, aquela louca.....Bruxa.
      - Quem, de quem esta falando?
      - Dela Silas, de Duquel matou alguém.
      - Como?
      - Estou lhe dizendo, recebi uma espécie de mensagem.
      - De quem, como?
      - Já te disse, espirítos antigos.
                                          04062019.........................




      - Como assim Lúcia?
      - Silas, Duquel matou alguém.
      - Como?
      - Não sei ao certo, mais sinto uma nuvem negra.
      Reginaldo ali ouve a tudo, logo um barulho toma conta do corredor, alguns soldados vem a eles.
      - O que houve?
      - Sua majestade.
      Logo eles se interam sobre a tragédia que acometeu ao general.
      O corpo do general ali sendo preparado pelas serviçais, os auxiliares do templo chegam ali, vários ritos são praticados, o aroma dos incensos tomam conta do quarto dos espiritos, Lúcia termina a cerimônia realizando um rito que faz o corpo do general levitar e retornar á mesa.
      - Esta pronto?
      - Sim.
      Depois do enterro do general, o rei acompanhou outros enterros dos oficiais que tiveram a vida ceifadas na batalha contra os mercenários de Duquel.
      Na caverna, Duquel anda de um lado a outro sendo observada pelas 2 fileiras de mercenários.
      - Duquel.
      - Onde estava Esmeralda?
      - Fui fazer algumas coisas......
      - Não quero que saia de perto, afinal você não tem para onde ir ou tem?
      - Não.
      - Muito bem, era o que eu sabia ou posso me enganar, talvez?
      - Não, você esta certa.
      Duquel circunda a feitiçeira até chegar a uma mesa de onde pega um chicote.
      - Sabe o que mais odeio nessa vida, ser passada para trás.
      - Sim eu sempre soube.
      - Que bom amiga, que bom.
      Em um só golpe ela chicoteia 3 oficiais do castelo que estão de joelhos e amordaçados.
      No castelo, Reginaldo e os outros se interam de todo ocorrido com melhores detalhes nas ruínas do reino Azul, sendo ali também relatado as percas e os 3 soldados que foram feitos reféns por Duquel.
      - Aquela diabólica.
      - O que faremos?
      - Vamos lutar, agora temos ainda mais motivos.
      - Temos de mata-la.
      - Silas recebe um bilhete de um serviçal e conta aos outros.
      - Elas chegaram.
      - Quem?
      - Minhas primas.
      Diante ao trono, as primas reverenciam a Reginaldo ali, sendo que Monique segura a mão de Silas.
      Láis e Káfia recebem abraços efusivos de Lúcia e Silas.
      - Como foi a viagem, nos desculpe por te-las feito vir pelas galerias?
      - Nada, foi ótimo, ficamos encantadas com a grandeza e arquitetura abaixo do solo.
      - Obrigada.
      Logo elas se interam do estado critico instalado ali.
      - Podem contar com a gente, nosso primo já havia nos adiantado algo.
      Láis retira da bolsa alguns papéis.
      - Temos aqui um bom plano de defesa.
      - Que bom, pois saiba, lutei com meu cerébro por um grande tempo, não vi soluções tão lógicas.
      - Olha só temos que.....
      Ela explica empormenores para eles, Reginaldo se admira com a posição séria e inteligente da garota ali a sua frente.
      - E então?
      - Tudo certo, faremos isso. Eles fazem uma cumprimento em aluzão a possível vitória que almejam alcançar.
      Duquel acompanha os preparos dos mercenários e alguns cativos que trouxeram de enfrentos, flechas são banhadas em venenos de serpentes e de alguns anfíbios.
      Esmeralda assiste ao longe o vai e vem de Duquel que traz aos olhos um brilho diferente e nocivo, o brilho da morte.
      Monique entra junto de Silas e Lúcia nas ruínas do reino Azul, logo veem alguns guardas que a ex ministra deixara para cuidar, eles são facilmente imobilizados por elas e já dentro do palácio percebem que muito do que haviam já fora saqueado.
      - Maldita.
      - É, sua ministra foi, é bem rápida.
      - Ex ministra.
      - Agora temos de fazer o que combinamos.
      - Estou pronta.
      Elas realizam alguns ritos, Lúcia toma frente e realiza rezas e joga alguns riscos pelo ar, Monique traça runas no chão e Lúcia finaliza com magia dos elfos, um tanto proibida mais ela obtivera o conhecimento por meio de Margot que a passou há tempos atrás.
      Francisco recebe do rei o titulo de segundo general do exército, ele vibra de forma acatada com aquilo, Silas o abraça e Láis e Káfia também.
      - Muito obrigado.
      - Você merece Francisco, Lúcia gosta muito do senhor.
      - Obrigado, eu também a respeito muito.
      Saindo dali, ele já dá ordens aos oficiais, Luís se junta á eles já com a comanda do rei de terceiro oficial sob ordens de Francisco.
      Silas acompanha tudo de forma a não interferir, porém, sempre consultado já que Lúcia dissera a Francisco que o futuro rei possui um intelecto bem superior.
      Laís e Káfia preparam as defesas na muralha, Silas e Reginaldo reforçam toda a parte de galerias e túneis secretos.
      Vários arquivos são postos em pontos estratégicos sendo trocados a cada 3 horas por outros, na cozinha alguns caldeirões são cheios de gorduras e óleos usados que são levados a fogueiras para esquetarem, pilhas de madeiras e lenhas são encharcadas destes óleos, já prontos para serem incendiados quando necessários.
      Duquel ordena uma nova leva de cativos com mercenários para as ruínas porém eles logo retornam de mãos vazias e ainda com perdas de alguns, já que a defesa mágica no local é de extrema potência e alguns deles foram vitimados pelas armadilhas contidas ali.
      Aos gritos Duquel inicia um quebra tudo ali, jarros, taças, cadeiras e outros objetos sendo arremessados e destruidos nas paredes do lugar.
      - Não se esqueça, eu já havia dito que........
      - Cale-se, não continue, não quero saber de nada, somente vingança.
      - Vingança?
      - Agora, preparem tudo, ainda hoje vou invadir aquele pardiero que eles chamam de castelo.
      - Tudo bem. Esmeralda sai dali num vestido longo prata com fendas generosas e franjas no decote para lá de provocantes.
      Lúcia planeja e põe em prática novas runas e ritos secretos milenares.
      Káfia e Silas também planejam novas estratégias para a defesa, Laís e Monique auxiliam o rei junto do exército.
      Já próximo a meia noite um corvo pousa na janela do quarto de Lúcia, ela pega o bilhete que ele trás aos pés.
      - Não pode ser. Ela sai apressadamente do quarto indo para onde estão os outros.
      - Gente, gente. Logo todos ali no salão vermelho ouve o que ela diz, a noticia é que Duquel virá com tudo a qualquer momento.
      Já na frente da caverna, os mercenários terminam de carregar os explosivos na carroça, há mais de 8 fileiras de assassinos contratados pela ex ministra, foram pagos em metade de ouro que ela conseguira saquear das ruínas, sendo que receberão o restante assim que após eliminem o nimigo e entrem nas ruínas para terminarem o saqueamento.
                                                           10062019.......................
      
      












                               15





          E SE FOSSEMOS NOSSOS PRÓPRIOS DEUSES, QUEM SERIA EU PARA VOCÊ?




        Reginaldo ouve aquilo de Lúcia e sente uma leve brisa a rodea-lo, Silas chega ali com as primas, Lúcia aproveita a vinda de Káfia e saem dali, deixando-os.
        - Temos ainda muito por fazer.
        Elas entram no quarto de Lúcia que o tranrastam a cama da princesa, no piso uma portinhola que Lúcia abre derramando uma gota de sua lágrima na fechadura, as duas atravessam após abri-la por um portal, no outro lado uma floresta com várias espécies de insetos e animais, a flora é tão rica e diversificada com alguns exemplares jamais visto em outro mundo.
        - Lúcia, mais este lugar é lindo.
        - Sim, é a floresta de Libeto.
        - A floresta perdida?
        - Sim.
        - Mais...........
        - Esta sob meus cuidados há uns anos, esteve com a minha mãe por 30 anos e minha vó foi sua zeladora por 200 anos.
        - Duzentos anos?
        - Sim.
        - Minha nossa.
        - Agora vamos, temos que recolher algumas ervas e extratos de animais.
        - Sim.
        Elas iniciam a colheita e Káfia realiza alguns ritos já que fora iniciada por uma maga, Camille de Esteves,, uma província ao norte, próximo as encostas gélidas.
        Francisco e Luís ali frente a 15 fileiras de soldados, os arqueiros são colocados as escondidas em pontos estratégicos.
        - Ainda sinto que falta algo.
        - Não temos muito tempo.
        Silas vem a eles.
        - Que bom que veio, o que acha de nosso estratagema?
        - Perfeito, fiquem tranquilos vai dar tudo certo.   O garoto sorri para eles, tendo á mesa o cronograma da guerra.
        Reginaldo chega com Láis e Monique, a cavalaria sai rumo a floresta para manter distância conforme o combinado.
        Laís e Monique preparam as tochas que serão queimadas e orientam as mulheres que prestam serviços no castelo para que fiquem próximas as rotas de fuga.
        Lúcia e Káfia retornam ao quarto, Lúcia segue com ela para a cozinha onde iniciam o rápido cozimento de ervas.
        Logo ouvem estampidos de fogos e elas saem á janela, veem ao alto os fogos de artificios anunciando, Duquel esta a caminho para o confronto.
                                                                       12062019...................


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