Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
ESTRADA DE AÇO 5 NOVEL LIVRE 12 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM

8




          O CHORO NOS DEIXA EM CERTOS MOMENTOS DISPONÍVEIS A OUTRAS EXPERIÊNCIAS, PRECISAMOS NOS PRECAVER PARA NÃO SERMOS BASTARDOS DESSE SENTIMENTO.



          As cinzas de Madóra é trazida para o reino, ali em cerimônia particular, Silas presta seu ultimo respeito a sua mãe em um vaso cerâmico com detalhes de rosas.
      - Minha mãe, mãe, mãezinha, por quê.
      Diante ao longo choro do garoto, Lúcia vem para perto e o consola, Reginaldo assiste tudo ao longe tendo a seu lado Duquel.
      - Por que veio?
      - O que foi Reginaldo, rei, agora esta querendo dizer o quê?
      - Só acho que deveria estar agora no minimo reclusa em uma capela.
      - Por quê?
      - Para tentar o perdão diante a seu terrível ato para com aquele garoto.
      - De que ato quer falar?
      - Do seu de ajir contra a mãe dele.
      - O que foi Rei?
      - Vamos, diga logo o que fez?
      - Tudo bem, já que decidimos falar, por que não iniciamos com o plano de ambos os primos em deter aquele garoto, não permitindo que ele se aposse do trono.
      - Você é louca.
      - Posso ser, não menos que vocês.
      - Sou o rei.
      - Eu sei e o respeito, mais não vou aceitar tais acusações para minha pessoa.
      - Depois falaremos.
      - Sim depois.
      Ali eles observam Silas levantar um grande ramo de oliveira e colocar acima do pote que esta em uma torre média de lenha untada em óleo e querosene ao pousar aquele ramo, a lenha é queimada junto do vaso.
      - Adeus mamãe.
      Eles seguem para o salão oval onde é servido um banquete de assados e vinhos, porém sem melodias, poucas horas eles se retiram para seus quartos, aos primeiros raios de um novo amanhecer, eles já estão no cemitério da realeza onde estão a terminar a cripta de Madóra quase ao lado do rei Arthur.
      - Vou estar sempre contigo mamãe. Silas agora derruba pouca lágrimas e sai dali junto de Lúcia, mais tarde eles participam da assinatura de inicio da construção da usina, Duquel demonstra uma alegria quase nunca vista.
      Silas após o término do assino vai ter com a ministra no gabinete.
      - Então, me pediu uma reunião a sós, o que deseja?
      - Saber dele.
      - Dele?
      - Sim, o canalha que a matou.
      - Como assim?
      - Sabe muito bem, minha mãe não tinha inimigos, port6anto quem a matou só pode ter sido ele.
      - Ele quem?
      - Afonso.
      - O quê?
      - Haveria outro, não, como pude ser tão inocente, aquele monstro a matou.
      - Pensando por este lado, pode até ser.
      - Como assim?
      - Oras, ele viveu com ela, com vocês, ele alguma vez demonstrou qualquer tipo de raiva ou conduta imprecisa?
      - Não, sempre foi um bom........
      - Pai?
      - Ele não é nunca será meu pai.
      - Me desculpe.
      - Quero que o encontre, quero ver a cabeça dele aqui nas minhas mãos.
      - Sim senhor. Silas sai dali batendo a porta, de um anexo surge Reginaldo.
      - E agora Duquel?
      - Como entrou?
      - Tola, acha mesmo que eu ficaria de fora desse episódio que ocorreu aqui.
      - Sai daqui.
      - Veja bem como fala com o rei.
      - Um rei ainda menor.
      - E daí, posso muito bem coloca-la nas grades.
      - Sob qual acusação?
      - Assassinato, posso?
      Duquel se aproxima do rei e pega uma pasta de documentos, saindo dali o olha com certa ironia.
      - Tente, rei.


Biografia:
gosto de escrever
Número de vezes que este texto foi lido: 28531


Outros títulos do mesmo autor

Romance estrada de aço 20 novel livre 12anos paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 19 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 18 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 17 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 16 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 15 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 14 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 13 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja
Poesias EDIVIRGENS E SUAS ATITUDES paulo azambuja
Contos ESTRADA DE AÇO 12 NOVEL LIVRE 12 ANOS paulo azambuja

Páginas: Próxima Última

Publicações de número 1 até 10 de um total de 166.

  Envie este texto por e-mail
Digite seu nome:
Digite seu endereço de e-mail:
Digite o nome do destinatário do e-mail:
Digite o endereço de e-mail do destinatário:

escrita@komedi.com.br © 2019
 
  Textos mais lidos
The crow - The Wiki World - The Crow 47402 Visitas
haicai - rodrigo ribeiro 38837 Visitas
OS ANIMAIS E A SABEDORIA POPULAR - Orlando Batista dos Santos 31985 Visitas
PÃO E CIRCO - Tércio Sthal 31310 Visitas
Reencontro - Jose Andrade de Souza 31188 Visitas
Amores! - 30989 Visitas
Desabafo - 30714 Visitas
haicai - rodrigo ribeiro 30616 Visitas
Faça alguém feliz - 29918 Visitas
haicai - rodrigo ribeiro 29902 Visitas

Páginas: Próxima Última