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  Texto selecionado
Flor de Lis
soneto de baunilha
Kahrpa

Resumo:
Soneto decassílabo, que fiz pra uma flor linda que se chama Lis!

De tudo o que me passa fica um cheiro,
Mas quando é seu olhar, me ficam dez mil.
Perfuma o que ninguém no mundo viu,
E paira sobre o céu, quando é vermelho.

Vi flores que só nascem em canteiros,
O cheiro mais brilhante que existiu,
Brilhavam tanto, que me fiz febril,
Tratado com café e um bom paieiro.

Depois da descoberta de Colombo,
Meu sangue de afro-índio embranqueceu,
joguei sua capoeira sobre os ombros,

Refleti quando o espelho apareceu,
Com uma flor sem cheiro em seu cabo longo,
Que o cheiro das flores vivas é o seu.



















Biografia:
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Poesias Flor de Lis Kahrpa


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