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Janelas
samira mustafa

Uma janela sem paisagem
nao sabe para onde olhar,
tudo á sua volta é miragem
que ela cria mas nao pode tocar.

Permanece embaçada e perdida
abre-se de dia,
à noite se fecha para sonhar
e cria formas que possa amar.

E tudo que cria por dentro
é um sonho vago e disperso,
um pequeno sopro de vento
que se dilui no universo.

Os olhos tocam as estrelas
a alma só pisa solidão,
mas por ter só um coraçao
desfaz-se por nao ter o que quisera.

Uma janela sem horizonte
sabe-se sempre perdida,
nao tem sul, nao tem norte,
sua existencia é eterna partida.


Biografia:
formada em letras clássicas pela UFPR e pos graduaçao na PUC. Escrever faz parte da minha essencia, e agora gostaria de torna-la publica
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