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Crueldade, crueldade!
Maria

Crueldade, crueldade!!!
Fui passear no meu adorado jardim e o que vejo? Todas os rastros que lá deixei, sumiram.
Todas minhas pegadas, meus toques, minhas plaquinhas com dizeres tão belos, tão lindos, "uma geração de palavras", se perderam para sempre, para sempre.
É dor demais.
Fui pisada, humilhada, reduzida a pó, à nada.
E eu imaginando que a lua estava esmaecendo e era eu que estava morrendo.
Nunca ninguém me magoou tanto em minha vida... Nunca ninguém me feriu tanto...
O que foi que fiz para merecer tanto desprezo?
O sol morreu, e jaz a terra na escuridão. Escuridão fúnebre e vazia.
Tomba o sol sobre a pira da dor e jamais dali se levantará.
Cumpre seu desígnio.
Morrer para que outra estrela brilhe em seu lugar.

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