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ROBERTA NOVEL HOT HÉTERO 18 ANOS
DE PAULO FOG
ricardo fog

Resumo:
BOM


            ESTE TEXTO É DE CONTEÚDO HOT PORTANTO ADULTO PARA MAIORES DE 18 ANOS.
       TAMBÉM É DE ORDEM HÉTERO, NOMES E SITUAÇÕES AQUI SÃO TODAS FICTICIAS.




                     1



             Eleonora ali na maca a sentir as dores do anúncio de seu rebento.
    - Força, coragem.
    Ali já quase perdendo o controle o pai e marido Alexandre espera que a mulher traga a vida de um fruto do amor.
    Minutos depois surge ao mundo uma menina, morena clara.
    - É linda.
    - Nossa filha querida, nossa querida filha.
    - Seu nome é Roberta.
    - Roberta meu amor?
    - Sim em homenagem ao seu pai.
    - Te amo.
    Ali surge o beijo que sela a hora mais marcante da vida do casal.
    Com a vinda de Roberta, o escritório pequeno na rua 13, vila Coimbra, começa a render frutos no ramo de seguros familiares, logo Alexandre expande o negócio e inicia a venda de planos de fundos crematórios para família de classe A e B, com isso consegue uma grande fatia do mercado e abre filiais por todo estado de Minas Gerais e São Paulo e ja esta em acordos
para futuras filiais em esquema de franquias em Santa Catarina e Rio Grande do Norte e Ceará.
    - Querido nem parece que ontem quase nada tínhamos e hoje estamos com 70% do mercado nacional.
    - E vamos mais longe meu amor.
    Em Nova Andradina ele deixa a matriz se tornar filial e se instala em Bataguassú devido a proximidade com o estado de São Paulo.
    Ali ele levanta um grande galpão onde comercializa as urnas fúnebres e todos os documentos para as filiais.
    Eleonora fez laqueadura após o parto devido a complicações e segue trazendo Roberta cheia de mimos e cuidados.
    - Nossa linda esta crescendo muito rápido.
    - Verdade, nem parece que tem só 2 anos.
    - Dois anos amor, acho que foi ontem que ficamos aos nervos com a vinda dela.
    - Amor.
    - Querida.
    Ali aos abraços, ele a leva para mesa onde a senta e logo aos beijos inicia a abrir o fecho do zíper do vestido vermelho de Eleonora, que fica cada vez mais excitada com aquele homem, seu homem.
    - Você ainda me ama?
    - Claro seu bobo, sou tua até a morte.
    - Gostosa.
    - Alexandre.
    - Tesão.
    - Querido.
    Ali Alexandre se despe deixando aquele corpo trabalhado em 2 horas diárias na academia, ela também não fica atrás, magra mais de corpo bem torneado, curvas tentadoras, fascina sempre e mantém a libido acesa de seu esposo.
    Com estocadas vagarosas, Alexandre invade o íntimo de Eleonora, gemendo de prazer ela lhe entrega de todo, seus seios sendo acalentados por aquelas mãos másculas bem tratadas, ela morde o dedo onde a aliança grossa em ouro impera, firme ali ele deita na mesa, ela sobe nele cavalgando e sentindo a língua do seu homem percorrer pescoço, boca, orelhas e mordidas surgem.
    - Meu touro.
    - Delicia.
    - Assim vai.
    Ele muda a colocando de 4 penetra por trás trazendo gritos delirantes onde ela se joga para frente á mesa e ele ali a comandar aquela máquina de prazer só dele.
    - Te amo muito.
    - Gostoso.
    - Minha puta.
    Batem a porta, eles se arrumam, Eleonora lhe cobra, achando que estavam ali a sós.
    - Esqueci, a Tânia, a secretária ficou resolvendo algumas planilhas.
    - Ja te disse, arrume um rapaz para fazer estas coisas.
    - Amor.
    - Ela é mulher e eu não gosto nada de ve-la assim tão perto do meu macho.
    Após se recomporem ele abre a porta, a mulher dos seus 25 anos entrega para ele as pastas com as planilhas, antes cumprimenta a patroa ali lhe pedindo desculpas.
    - Tudo bem.
    No carro, o casal segue para sua casa numa área de ranchos próximo a um lago.
    Ali reina o sossego, Roberta corre no gramado todo verde em seu vestido rosa de laço branco.
    Na cozinha Eleonora prepara o jantar, carne assada ao forno, arroz temperado, após jantarem vão assistir a tv, brincar com Roberta e logo a menina pega no sono.
    Três anos depois, Roberta já com cinco anos de idade corre alegre junto de Marciana a filha de Judite, vizinha deles, a menina mais velha 2 anos adora brincar com Roberta a quem chama de irmãzinha.
    Já se aproximava das 19 horas e Judite decide por levar a menina de volta para casa dos pais..
    - Amanhã você vem brincar Roberta?
    - Sim eu venho.
    - Tchau.
    - Tchau.
    Marciana fica com o pai enquanto Judite leva Roberta para casa, ja ao passar pela porteira estranha o fato desta estar aberta.
    - Ué, estranho, Eleonora nunca deixa aberto.
    - Minha mãe?
    - Sim querida.
    A cada passo, mais Judite estranha o lugar, o silêncio, na varanda vasos de plantas quebrados, a porta da frente com o vidro estilhaçado, ela entra ás pressas, na sala caído Alexandre e no corredor para a cozinha Eleonora, ambos mortos a tiros.
    - Meu Deus.
    Judite corre até Roberta e lhe cobre o rosto, mais ja é tarde a garota já vira, chora em voz altissima, Judite tira o seu celular do bolso e faz ligações.
    Logo ali a policia, investigadores, fotos, colhimento de digitais, a empresa do casal recolhe os corpos, Roberta ali sendo amparada pelo marido de Judite, minutos depois pára ali um carro preto executivo, deste desce um sr, olhos claros, alto, branco, cabelos grisalhos.
    - O sr quem é?
    - Sou Augusto o avô de Roberta.
    - Augusto?
    - Sim, sou o pai de Eleonora.
    Não demora muito e outro veiculo estaciona ali, de mesmo modelo, desce deste um sr alto, branco, cabelos escuros, olhos escuros.
    - Vim buscar minha neta, Roberta.
    - O sr?
    - Sou Roberto Gread, o avô de Roberta.
    - Sr Gread.
    O dr delegado ali reconhece o empresário famoso nas rodas comerciais, dono de um império de locações de carros importados de luxo e hotéis.
    - Por aqui sr.
    Augusto se ofende diante a diferença de tratamento dele com o outro avô, pai de Alexandre, indagando.
    - O que é isso, serei obrigado a fazer uma denúncia junto a ouvidoria?
    - Por favor o sr também.
    - Assim é bem melhor.

    2018/01/05mmmmmmmmmmmmmm


Biografia:
escrevo para trazer a tona meus sentimentos anseios desventuras talvez.
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