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O SOL QUE N'ÁGUA SERPENTEIA
Leonardo de Souza Dutra

O SOL QUE N’ÁGUA SERPENTEIA



O sol que n’água serpenteia
Fingida imagem, olhos meus
De tê-la já não chama
Apaga na tona a mão que te tonteia.

É breve o sobre qu’ela inunda
Na tona fugida mão se vai
Que n’água imagem serpenteia
Do claro a clara traz.

Da imagem que em cristal se ondeia
Odeia por de ela não tocar
Longo laço infindo marco
De vê-la fluir molhado olhar.

Sopro, olhar, molhado chão
Da mão, da voz...

Sou só n’água olhos meus
Fingida imagem serpenteia.



Leonardo Dutra


Biografia:
Sou poeta, escritor, professor da Faculdade Escritor Osman da Costa Lins - FACOL, Servidor Público Federal da FIOCRUZ, Bacharel em Ciências Jurídicas, Auditor, Especialista em Gestão Pública Municipal - UFRPE. Amante da vida nascido da constelação zodiacal de aquários, natural da terra do frevo e do maracatú, Recife - Pernambuco. Mas quem sou eu? Sou os livros que li, Sou os momentos que vivi, Sou a infância vivida, e a vida repartida entre o desejo de ser e permanecer, Sou os amigos conquistados e os beijos roubados de sonhos que já sonhou, Sou a lágrima chorada, sou a tapa da cara que o outro lado virou, Sou da pedra que apedreja a morte que não enseja a dura sombra da dor. Sou o teu riso que belo afaga a face Da tua cara, quando da mão que acalenta amor. Sou o amor que dei, e os amores que não sei, As viagens que em grandes rios naveguei. Sou assim a vida que vaga. Na busca de tua vida para poder viver no mais o teu amor. Sou eu... Leonardo Dutra
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