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DOÇURA DO VERBO VIVER
Mônica Valeria de Almeida Minagawa

Já vai longe demais a solidão
esse prego na alma,
esse silêncio como navalha
no coração.
Em cada esquina um grito de dor
angustia no meu corpo todo,
lembrança que não explode
não se extingui para as profundezas do esquecimento.
Uma parte de mim morreu,
o mundo agora é um espelho exato
onde vivo e me vejo por inteira.
Aquele espelho de vidro na parede
reflete apenas minha parte morta, torta
a parte que o fogo do egoismo definitivamente queimou.
Quebrai-o
para que não destrua o pouco que resta
a pequena parte que sonha e,
que ainda crê
no bom coração do homem.

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