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Faz Vida
José Ernesto Kappel

Não sou de esperas,

pois meu ponto não tem nome

e meu bonde me esqueceu no

caminho da vida.

Não sou oriental

nem de perseverança,

nem filiado à qualquer

paz;

não tenho par,

e, por um acaso,

sou devedor de

bandeiras de outras

terras.

Mas sou também fiho

do vento,

montaria da luz,

brioches das estrelas,

e chego a me espargir

de tão só.

Por isso, nesta hora,

que me avança como

tropas sem dono,

corro para seu retrato e

suplico:

Dona, faz vida de meu corpo

faz dele sua bandeira e esperança

e,se alguma coisa ainda sobrar,

faz dele seu carinho

e filia ele a seu amor.

Número de vezes que este texto foi lido: 65815


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