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O Agente Penitenciário
Estigma da Profissão
Nícolas Santana Barbosa

O Agente Penitenciário, vilão ou mocinho da história que se perpasse dentro e fora das unidades prisionais. Para alguns, é o profissional que mantém o equilíbrio e o controle, evitando assim a instauração do caos social, é a linha divisória entre o bem e o mal. Já para outros, a natureza do trabalho como guarda de presidio pouco o diferencia da condição do prisioneiro, ou seja, nada mais é que um preso que cuida de outros presos- e o pior tudo, é que de certa forma não estão errados. É a profissão que, tanto segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), só é a segunda mais perigosa do mundo, quanto de acordo com os ensinamentos bíblicos, apenas é a segunda profissão mais antiga da humanidade. Mas afinal de contas quem é esse ser?
Agente Penitenciário, Agente de Execução Penal, Guarda de Segurança do Sistema Prisional, Carcereiro. Seja qual nomenclatura utilizada for ao longo de todo o país, referem-se, juridicamente, ao responsável pelo acautelamento de determinadas pessoas custodiadas pelo estado, que por motivo diverso acabaram cometendo conduta(s) reprovável(s) pelo meio social. Na prática, são capazes de manter a paz em pavilhões com mais de mil reincidentes, sufocar rebeliões com as mãos desarmadas e enfrentar a bandidagem mais indócil apenas com o poder persuasivo da palavra.
Como já dizia capitão Nascimento: “missão dada é missão cumprida”. Mas será que se colocasse alguns homens das melhores tropas de elite, como por exemplo: rota, bope, core, choque ou coe, para tomar conta de um presídio, será que conseguiriam cumprir tal missão. Reza a lenda que em um determinado dia fora dada uma missão aos 5 melhores militares de uma tropa de elite, para que entrassem em uma cela com mais de mil homens, a fim de retirar um preso e apresentar ao comandante. De imediato ao receberem a notícia todos se recusaram a cumprir a ordem dada, por ser tratar de um suicídio. No entanto, se esta mesma ordem fosse dada a 5 agentes penitenciários, eles iriam, assim como vão. Os agentes convivem constantemente com o fio da navalha. Trabalham acostumados ao risco total, pondo suas vidas em risco iminente durante o tempo que perdurar o plantão e até mesmo além deste. Ao passo que isso se torna algo bom, em contrapartida não se sabe ao certo se estão cavando a sua própria cova!


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