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Ó grande Pai
Libriana

Eu soube, mesmo quando já havia me perdido em desolação.
Eu sempre soube ainda quando já havia me abraçado a solidão
O corpo cai ,quando na alma não há perdão,
Sinto Ó grande Pai, mas não estenderei minha mão
Um dia talvez ele venha a me devorar
Por pensamentos tão impuros que roubem seu lugar
E sinto que nessa hora não há o que falar
Serei jogada ao monte com chamas a queimar
Não sou digna para exclamar
Peco tanto em pensamento que minha alma chega a gritar,
São lagrimas tão impuras em que se escurece o olhar
E se ao seu lado devo estar, então piedade terá e luz fara brilhar
Procuro-te em momentos de autodestruição
Pois do Senhor procuro motivos de não viver em vão
Escreveste minha vida em papel de mão?
Há tanto a agradecer e mesmo assim ingratidão é tudo o que tenho a oferecer
Que minhas palavras não se tornem castigos e meus anjos se vão
Por que em meu silencio o que mais procuro é razão
Para os planos que fizera a esse ser, deve ser mais do que apenas morrer
De longe fui a perfeição ou a melhor filha digna de benção
Milagre seja a vida e viver uma sentença
Quero que de mim se lembre quando a morte vença
Agarrarei em ti e no céu entrarei pedindo clemencia.

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