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urbanidade
evandro baptista de araujo

Urbanidade
Nas filas a diversidade é grande
Sempre tem uma.
Na universidade á vagas!
Pra quem paga.
O carbono esta no cheque
Sempre a mesma divida.
Mas a fumaça do óleo de mamona
Ainda não senti.

É urbanidade na cidade.

Asfalto tampa o solo imundo
Da hipocrisia que pisamos.
Nos chicletes do semáforo
A estória da miséria... Talvez cola.
Nos jardins das praças,
Os mendigos esmagam as flores.
E os cães bebem água da guia
Pois não sentem o cheiro.

É urbanidade sem humanidade.

Quem vai crescer mais
Os prédios ou nos?
Olhares mudos te empurra,
Pra você fugir.
Casas velhas contrasta com,
A falta de realidade
.Mas os pombos se vingam
Sujam as estatuas de cara de pau.

É só a urbanidade.

2/10/2006


Biografia:
Procuro ser simples, moro e morei sempre em meio do verde, um jeito de menino do interior sempre me invade, adoro o silencio, as coisas que aprendo nele e estou sempre atento a frases de efeito.Recordar é viver, e viver é recordar...E o que trago de bom, faço questão de lembrar... Minha mãe disse que tinha vontade de comer rabanete quando estava grávida de mim, e por isso gosto de legumes. Na minha infância, comia arreia de gato, dizia minha avó que tinha um monte deles, e ela também quebrava coquinhos pra mim.E com minha irmã a infância acontecia, colocava joaninha no cabelo dela, baratas na gaveta, e dava a ela besouro embalado em papel de bala, tem os marecos que fizeram eu correr com ela.E como era divertida a nossa empolgação quando ia à praia... Vamos lá na praia hôoo, cantava essa musica no caminho dentro do fusca ou do bug amarelo, e competia com a Van pra ver quem chegava primeiro na água, e depois minha tia dizia pra corrermos pra nos secarmos ...Ela só cansava a gente pra dormir mais cedo...Hun! Tentava pegar os peixinhos na beira do mar e ficava curioso com aqueles furinhos q saem da arreia ar.Não sei o que me dava, mas comia pó de gelatina, e cheguei a tomar “detefon”, e eu e a Van fazia sempre uma gororoba com um monte de creme q meu primo tinha pra passar no cabelo.E as galinhas, me renderam apelido como Tião galinha, ficava hora no galinheiro vendo os pintinhos nascerem, pegava macinha de modela, bagunçava o caminho de mesa pra fazer ninhos pras galinhas de massa, grudava tudo.Ria muito com a Van nas nossas gravações de K7, imitávamos mastruz com leite e minha vó dizia “quem ri muito, chora no final”, sempre sabia.E nesse meio tempo gestava a Dede, e minha mãe comia laranja azeda com sal do sitio de caragua.Assistia tv cultura o dia todo chorava com os desenhos e quando não chorava molhava os olhos com água, pra chamar a atenção, também assistia cavaleiros do zodíaco, eu era o cisnei iiá! Minha adolescência conheci, um monte de silaba, a Ta, a Mo, a PA, a Bel. E a Talita pediu pra eu contar pros meus filhos, como a gente enchia a Paola de “let guete quebradeira” e como riamos fazendo trabalhos, a Moniquinha é a única que me entende a Isabel e nossas tentativas infrutiva de trabalho, tem a Clau e as nossas cartas, o Bru, o Je, o Ed, mas no ETE conheci um pessoal, que nem cabe aqui as silabas.Sempre ganhei boas notas, mas era só de comportamento mesmo, porque conteúdo...Vai ver por que era fumante passivo da fumaça de maconha que tinha no banheiro.E com a Cris comia pipoca na casa dela, e minha avó a imitava, quando ela tinha medo de cachorro.O café da minha avó era um vicio, amo café porque aprendi com ela.Tomava floral, em uma fase, e juntava moeda pra comprar vasos de violetas, criei gosto em escrever poesias, é uma das minhas paixões... Tenho uma comunidade com eles (link abaixo) excluir Evandro,(gerenciar) 08/11/2006 18:13 Viajava nos livros da Zibia Gasparetto, mas não deixei de assistir desenhos.Plantei varias arvores com minha mãe, ela me disse um dia “na vida temos que escrever um livro, plantar uma arvore, e ter um filho” filha de peixe, peixinho é.E hoje duas décadas de vida, gosto de casas que tem fachadas antigas, e escuto Caetano Veloso pra melhorar a dicção, e fico me policiando a postura, e tenho duvidas, tenho certezas, quando acontece as duvidas procuro encontrar na natureza a certeza, pois nela tem o principio sutil da minha vida, tem as boas recordações, e ela quem me inspira pra ter amor próprio é só isso que levamos da vida, o brilho nos nossos olhos, assim encontramos pessoas especiais, pra ter mais recordações. A vida é simples, mas tenho empatia, e complico....Sou caipira piro porá nossa... Senhora minha avó Cida, senhora minha avó Lourdes, grandes aprendizados da minha vida! E minha mãe vai direto pro céu também...
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