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Bolha de sabão
Bárbara Pereira Garcia

Resumo:
Minha nova forma de encarar os rumos que minha vida tomou, tentando justificar que nem sempre somos vítimas

Meu humor, perspectivas são como bolhas de sabão que eu soltava quando criança. Eu me sentia orgulhosa e queria sempre superar a bolha anterior com uma maior. Mas no final todas se dissipavam, eram iguais, água e sabão no início e independente do tamanho, no final também se tornavam iguais, estouradas, secas e esquecidas. Então o que importava era a minha habilidade de soprar e a crença de que faria uma bolha melhor para me sentir competente. Pouco me importava o destino final delas. Há pessoas que são as bolhas e outras as crianças serelepes, que desejam naquele momento fazer as melhores bolhas, quando se cansam, guardam a água e sabão e esquecem das pobres bolhas, sejam as miudinhas e as majestosas. O que quero dizer com isso? Ora sou moleque serelepe, ora sou bolha. Ser bolha é chato, mas ficar ali no anonimato e participar de uma competição que você não quis, é bizarro. E minhas perspectivas e meu humor são como bolhas de sabão quando penso e chego à conclusão que tudo é momentâneo e a posição nesse jogo, também não é vitalício. Um dia você é criança, um dia você é bolha.


Biografia:
Sou uma mãe, recém separada,professora de Química e que tenta expressar na escrita o que não sai na voz...
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