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Abraço morno
Edwanya Simplicyo

Às vezes a gente quer que o outro enxergue além das aparências, ver e interpretar o sorriso atual dos seus lábios, porque, tem gente que sabe sorrir, mesmo quando está desmoronando por dentro. Às vezes a gente tem medo de dizer o que sente. E esse medo pode ser bobo, mas, é seu. Às vezes a gente caminha ao lado da pessoa que ama, mas, não pode pegar em sua mão, você a olha nos olhos, ou às vezes não consegue fazer isso, mas, o desejo da alma é claro: Você queria poder beijá-la, abraçá-la e dizer a ela que seu coração está reservado para uma pessoa que se quer vai ocupar esse posto. Porque simplesmente, ela não sente o mesmo quando te ver e por isso, só pode te oferecer um consolo que eu chamo de tortura, que é um abraço morno, um beijo no rosto, um olhar que na verdade não chega em você, e aí, você caminha e caminha tentando encontrar a saída...


Biografia:
Edwanya Simplicyo
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Cartas Um passado distante Edwanya Simplicyo

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