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Empunhetando
Paulo Roberto Bacelar Rodrigues

Da minha primeira punheta quero falar
Batia duas por dia
Trancado no banheiro, de baixo do chuveiro,
Ou fingindo cagar
Era um gozo com fome
Um gozo sem nome
Que não queria acabar
Entre tantas que homenageei
Só Deus é quem sabe se da pra contar
Se o ditado fosse verdade
Minha mão seria uma calamidade
Pra poder pentear
Se você não bateu se fudeu
Não culpe a Igreja nem a Deus
Por você não gozar


Biografia:
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