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Ódio à realidade brasileira
Rouba mas faz! Essa já não é uma grande máxima nos dias atuais.
Renildo Vicente de Queiroz

Resumo:
Se os políticos brasileiros tivessem um pingo de respeito aos Direitos humanos de nossa Nação, voltariam para suas casas e deixariam que a boa e velha Democracia (verdadeira),os protegesse contra a tentação suicida das apropriações indevidas do erário público.

Caros leitores (as), são tantos os escândalos, desde que vieram à luz, e suas sucessivas pizzas que me sinto enojado. No entanto estes fatos exigem processos que façam justiça, punindo todos os responsáveis. Os atentados à coisa pública não podem terminar com simples e deslavados pedidos de desculpas, mas com a perda dos direitosd políticos e com a cadeia onde via de regra, é o lugar de bandidos. Por exemplo: Onde está a devolução do dinheiro público desviado do erário, acrescidos de juros, multa e correção monetária? Essa é a realidade brasileira. Como sabemos todos, o crime nasce do desejo irrefreável por objetos ou condições inacessíveis através de meios legais. Esta definição tem a vantagem de explicartambém os afamados crimes do colarinho branco, tão comuns nos dias atuais. Proclaman-se os direitos à existência, à saúde, à educação, ao emprego, à qualidade de vida, ao progresso, mas ninguém é suposto de ter o dever de controlar seus impulsos, de estudar, de trabalhar, de respeitar os direitos do próximo, de obedecer à lei, de fazer algo que ultrapasse o mero critério da satisfação pessoal.
Espera-se apenas que a ausência de pressão e a abundância de satisfações criem automaticamente grandes seres sociais. Uma expectativa tão correta politicamente quanto absurda do ponto de vista psicológico. Pressões e punições podem causar melancolia e a própria civilização tem momentos de mal-estar, como já demonstrou o mestre "Freud". Contudo, não se encontraram ainda casos de paz nem produtividade sem disciplina e sem meritocracia. Desde os tempos da antiga "Democracia Ateniense", os sábios se preocupavam com a definição e o desenvolvimento daquilo que se chama até hoje de "Virtude". A generosidade ilimitada com referência aos direitos, concomitantes com a discrição exagerada com referência aos deveres, pode constituir uma mensagem política cativante. Mas, na verdade, tal liberalismo é apenas uma acepção eufêmica de um estado sócio patológico caracterizada pelos historiadores como decadente. O fundo de tudo isso é o ódio à Realidade Corrupta do Brasil. A recusa de arcar com o peso da existência, o sonho gnóstico de transfigurar a ordem das coisas por meio da auto-axaltação psicótica e de truques mágicos como a "Reforma do Vocabulário" onde, por exemplo: O crime passa a não ser mais crime em nosso País, mas um simples erro de condutas.
Não espanta que a política produzida por essas pessoas seja uma contradição viva, uma imensa engenhoca entrópica que cresce por meio da autodestruição e se inebria de vanglória na contemplação das próprias derrotas. Nenhuma exploração capitalista, por mais "Selvagem" que a rotulassem, conseguiu matar de fome multidões tão vastas quanto as que pereceram durante a estatização da agricultura na URSS, o "Grande salto para a frente" de Mao Dzedong ou os experimentos socialistas em vários Países da Africa.
No entanto, aqui no Brasil tudo isso parece ser diferente, mas garanto que não é. É um dever elementar de qualquer inteligência média que se disponha a examinar o assunto objetivamente, verá que em nosso querido País os nossos políticos (a grande maioria), estão dispostos a tudo. Tudo, menos serem Éticos, Honestos, Competentes, Realistas, Profissionais enfim, Virtuosos com as coisas e contas públicas.


Biografia:
Consultor Técnico em Biotecnologia Molecular de Ponta,Escritor e Analista sócio-político-econômico.
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Artigos Ordem para poder alcançar o Progresso. Renildo Vicente de Queiroz

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