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Ode às Fagulhas Estelares
Henrique Albiero Miranda

Eis a Nébula Rubente
Dos respingos efervescentes
Das marteladas super potentes
Na grande esfera poente

Há de ser gigante
O instrumento do forjador
Que se bate causa dor
E deve ser latente
Que até o Sol sente
Em sua aura fumegante.

Vós que ledes,
Podeis duvidar
Do porquê das faíscas
Somente em seu por.

Antes de chegar no horizonte,
Apressa-se o forjador
E como bigorna usa o monte
E causa explendor!


Biografia:
Aluno do Segundo Colegial do Colégio Maria Imaculada SP . Proficiente em Inglês.
Número de vezes que este texto foi lido: 260


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