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Quando a morte aproxima-se da alma
Michel Proença

Quem me dera a admiração de lhes

dirigir-se até mim,

tão somente me olhaste com vigor,

não para o que jás forjado,

simplesmente para aquilo que sou.


Todavia meu espírito se alegra,

outrora chorava,

pelo erro escolhido,

me pesaste.


A palavra de um tolo,

soa como um alarde,

a palavra de um sábio,

ecoa pela eternidade.


Quem me dera, me olhaste com vigor,

não para o que jás forjado,

mas, somente para aquilo que sou.


Pois a máscara que nos encobre,

impede-nos de enxergar,

o que lhes jás forjaste,

e por que não entendo quem sou.


A brandura de um homem se revela

quando a morte aproxima-se da alma,

e minha alma, revelará o que sou,

quando a morte me abraçares com vigor?


Biografia:
Olá, sou Michel Willian, estudante de Engenharia, nascido em 01 de setembro de 1996. Nasci em uma família humilde, na qual desde muito cedo aprendi os reais valores da vida. Tenho muitos sonhos/objetivos e um deles é se tornar escritor! Compartilharei aqui minhas escritas, espero que gostem!
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