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Ainda menina já criava um mundo dentro de mim, eram monumentos, imagens, estátuas... meus primeiros contatos com o gigante universo. O prazer de poder sentir o mundo em minhas mãos me animavam, os olhos eram e são minha arma contra o mundo. Talvez lá na frente eu chegue a conclusão de que não sou nada, nunca serei nada de que nunca amei bastante se quer a mim mesmo e que nunca amei ninguém, para cada aventura vivida existe um tempo, não existe príncipio nem fim, apenas um tempo. O fato é que tenho em mim todos os sonhos do mundo.
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