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AMAR DEMAIS 16 NOVEL LIVRE 14 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM

No escritório da casa, Lázaro e Marisa ainda discutem.
   - O que aconteceu com a gente, filho, família?
   - Pare Marisa, não mais, você sabe muito bem disso.
   - O que você quer?
   - Você sabe muito bem, a separação.
   - O divórcio?
   - Sim Marisa, sim.
   - Tudo bem.
   - Tudo?
   - Chega Lázaro, só que você não vao tocar em nada, em um só um bem meu.
   - Como?
   - É isso que ouviu, não vou te dar um centavo sequer.
   - As empresas?
   - O que for meu, ficará comigo.
   - Tudo bem, eu aceito. Marisa sai e logo retorna com alguns papéis.
   - O que é isso?
   - Assine por favor, é um termo onde você se compromete em não levar nada que é meu.
   - Você ja tinha tudo arquitetado.
   - Sou precavida afinal me casei com um pobre, se tem algo agradeça ao lado de minha família.
   - Tá certo, onde assino?
   - Nestas 3 folhas, por favor, aqui. Lázaro pega os documentos e assina nos lugares indicados, deixando os mesmos sob a mesa, sai dali.
   Marisa segura o papel preso ao peito e lágrimas são derramadas, logo ela faz uma ligação.
   - Larissa.
   - Oi amiga.
   - Ele aceitou.
   - O quê?
   - O divórcio.
   - Você deu a ele?
   - Não aguento mais esse jogo de gato e rato, acabei por fazer coisas horríveis, para quê, nada.
   - Você sabe que ele vai agora mesmo correndo para os braços daquela outra lá.
   - Que seja, ao fim não sai tão ruim, ele aceitou o contrato, os termos.
   - Aceitou, nossa amiga ele deve estar louco mesmo, a outra deve te-lo macumbado.
   - Por mim, agora tanto faz vou ligar para meu advogado e dar a noticia.
   - Juizo amiga.
   - É o que mais pretendo ter.
   Ligação finalizada Larissa, ali na cama olha para o espelho e diz.
   - Afinal ela se saiu muitissimo bem, pode ter perdido no jogo do amor, mais em contrapartida, deu um show de bola no jogo das finanças, já que o fez assinar os termos agora, não tem mais volta, ele ficará bem por cima.
   Já Marisa olha por todo o escritório sai dali a olhar pelas paredes chão ao redor, lembra-se de quando adiquiriram o terreno e depois a construção daquela magnifica mansão.
   - Pedras, somente pedras.
   Ela faz uma ligação.
   - Oi Breno.
   - Oi Marisa.
   - Já tenho o documento, assinado.
   - Sério?
   - Estou falando, claro que é sério.
   - Agora então, daremos o seguir do processo.
   - Vai demorar, Breno?
   - Neste caso específico não, afinal ele já lhe ajudou muito assinando os termos, então, será no máximo questão de 1 semana ou menos.
   - Nossa, tão rápido.
   - Ainda podemos reverter, fica a seu critério?
   - Não, eu quero seguir em frente, jamais voltar atrás.
   - Está certo, só quero que saiba que seja lá o que você decidir estarei aqui para ajuda-la.
   - Eu sei Breno, eu sei.
   - Acho que merecemos um brinde.
   - Será?
   - Oras, que tal, vai?
   - Tá certo, eu vou. Eles combinam o local e a hora.
   Pietra recebe uma ligação e outra de Lázaro, porém ela não atende, ali junto de todos na casa de Sandra ela é amparada por eles.
   Priscila também recebe uma ligação e atende, logo diz que vai ter de sair e voltará logo.
   - Mãe.
   - Kauê, é o seu pai.
   - Tá, tudo bem.
   - Beijo.
   - Beijo. Ela sai sob o olhar reprovador de seu outro filho Kauã.
   - Onde ela foi?
   - Oras, atrás de nosso pai.
   - E você diz isso assim na maior conformidade.
   - O que quer que eu diga?
   - Vamos ver quando ela a deixar de novo como fez no passado.
   - Ai nós entraremos no assunto, do nosso jeito, mais enquanto isso não acontece, vamos deixa-los viver, por favor mano.
   - Só te digo, se isso acontecer te deixo só para resolver, por que não fui a favor disso tudo, sabe muito bem disso.
   - Você tem é ciúmes de nossa mãe, até te entendo, mais cara, ela é jovem e bonita e ele é o nosso pai, vamos deixa-los.
   - Tá. Kauã sai deixando o irmão ali, logo passa por ele Mônica.
   - Oi Mônica.
   - Oi Kauê.
   - E ai tá sumida.
   - Olha só, eu vim buscar umas coisas minhas e estou com um pressa, me desculpe por não te dar a atenção merecida, tá?
   - Tudo bem, vai viajar?
   - Sim, irei para a Itália.
   - Nossa é super legal esse seu emprego, você deve gostar muito?
   - Nem sempre, mais sim eu gosto.
   Adrian vem até eles.
   - O que faz aqui?
   - Só vim buscar minhas coisas.
   - Que coisas?
   - Já disse, minhas coisas, roupas, bolsa, enfim o que é meu.
   - Pega e vaza, entendeu? Kauê estranha a atitude do tio ali.
   - Tio.
   - Por favor Kauê não se meta nisso, essa mulher não merece um fio de piedade.
   - Poxa tio, como você esta rude, o sr nunca foi assim com ninguém.
   - Deixa kauê, ele tem suas razões.
   - Pois sejam quais for, ele não pode te tratar assim Mônica, dessa maneira.
   - Deixe Kauê, um dia ele entenderá toda a verdade.
   - Que verdade?
   - Aguarde. Ela segue para o quarto, cumprimentando a todos e logo vem em retorno com sua mala e pertences.
   - Obrigado a todos. Na rua, Mônica anda apressadamente, entra em um bar e coloca crédito em seu celular e compra um refri em lata, sai olhando para trás e segue, já numa praça é abordada por um jovem.
   - Que porra meu, o que você quer?
   - Eu, nada, mais alguém sim, quer ter um bom papo contigo. O rapaz borrifa em sua face um liquido que a faz desmaiar ali sendo levada por outros 2 homens para dentro de um carro, enquanto o rapaz faz uma ligação.
   - Oi, sim, deu tudo certo, ok.
   Mônica acorda em um belo sofá azul de veludo, almofadas ao redor de um vermelho vivo, as mobílias todoa em estilo colonial.
   - Olá Mônica.
   - Senhora.
   - Por que de tanta surpresa?
   - O que houve, eu não fiz nada?
   - Eu sei, eu é que sei, mais agora preciso de seus serviços.
   - Em quê?
   - Muitas perguntas para uma subordinada.
   - Me desculpe.
   - Vá se arrumar, preciso que seja vista com alguém pelas ruas da city.
   - Com quem?
   Um homem jovem sai de uma sala e fica ao lado da senhora.
   - Você?
   - Oras Mônica, você já foi mais simpática.
   - Tudo bem, eu vou.
   - Sempre soube que iria cooperar, aliás não há outra alternativa não, filha.
   Priscila ali em um quarto de uma kit com Diogo se deliciando de um bom sexo, com direitos há alguns xupões em diversos lugares de ambos os corpos.
   - Sua louca.
   - Olha quem diz.
   - E os garotos?
   - Bem, o Kauê já é seu fã.
   - Garoto esperto.
   - Já o Kauã...
   - Preciso ter mais tempo com ele.
   - E como pretende isso?
   - Estou pensando em traze-lo para o hospital.
   - Esta louco, quer que a larissa faça algo de ruim com ele?
   - Larissa jamais faria algo com meu filho.
   - Seus filhos, nossos filhos, não dela, não se esqueça disso, jamais.
   - Será.
   - Deixe-me pensar sobre isso.
   - O que quiser, paixão. Agora Diogo tem Pri em cima dele, cavalgando o seu garanhão enquanto ele aprecia a vista majestoza do corpo de sua amada, alisando os seios dela, arrancando gemidos impagáveis.
   - Quer parar por aqui?
   - Nem ouse, estou falando sério.
   - Adorooooooooo.
   - E se a gente ..........
   - Seu pervertido, mais que gostoso. Risos.
   Ela é abraçada por trás e ali ele a possui com calma, carinhos, beijos, paslavras ao pé do ouvido fazendo-a sair de si por várias vezes e entrar totalmente no clima ali oferecido, logo gritos e sílabas soltas são ouvidas naquele ambiente enchedo-o de tesão e volúpia.
   


   No carro eles conversam sobre várias coisas até que Pri pede para Diogo diminuir a velocidade.
   - O que foi?
   - Olhe ali Diogo, aquela mulher.
   - O que tem?
   - Não a reconhece?
   - Como?
   Priscila abaixa o vidro da janela e logo eles a veem melhor.
   - Não pode ser.
   Diogo fica estático ao ver a cena e olha para pri que não pisca os olhos.
   - É ela.
   - Sabia que algo de estranho estava para acontecer. Mais a frente eles param o veiculo, Pri esta sem cor diante ao que vira.
   - Não pode ser, nós vimos ela ali morta.
   - Só que não, alguém nos enganou e eu ja tenho uma vaga idéia.
   - Téo.
   - Temos de ir atrás daquele velho, ele sabe de mais coisas, temos de nos preparar ela não veio assim do nada.
   - Você acha, já faz tanto tempo.
   - Pode ser pra gente para ela é só questão de nos ferrar, se é que ja não esteja fazendo isso.
   - Meu Deus mais essa agora.
   - E ela esta com a Mônica, acho que ja estou conseguindo colocar as pedras nesse quebra cabeça.
   - O que diz?
   - Vamos Diogo, o tempo esta contra nós, temos de achar o Téo.
   - Sim.
   24122018............................
















                            31






             Pri entra no hospital em que trabalhou anos atrás, depois que saira dali nunca mais havia retornado, ficara longe daquela cidade, logo de cara ja reconhece uma funcionária de seu tempo, que trabalhava na lavanderia.
   - Oi.
   - Oi Pri, você esta diferente, mais jovem.
   - Obrigada. Após uma breve troca de elogios Pri vai direto ao assunto.
   - Amiga, na verdade eu estou um tanto sem graça por vir aqui e te pedir algo, mais...
   - Nada é só dizer amiga.
   - Você sabe me dizer do Téo, faz tantos anos que eu não o vejo, precisava muito falar com ele?
   - Ai menina assim que você saiu, daí uns 3 anos ele se aposentou.
   - Nossa eu achei que ele era mais jovem.
   - Eu também, mais na verdade ele começou a trabalhar muito cedo e teve direito a uma espécie de aposentadoria especial, alé que sua saúde se deteriorou muito.
   - Nossa, então ele deve estar muito ruim?
   - Pelo que soube, não, ele esta bem melhor.
   - Graças, nossa que susto amiga.
   - Seu maior problema hoje é com o diabetes, acredita que aquele homem alto, forte, másculo sofria de diabetes e não fazia tratamento?
   - Meu Deus.
   - Mais venha comigo vou te levar até uma colega nossa daqueles tempos ela sabe onde ele mora, vez em quando vai lá visita-lo.
   - Sim, obrigada.
   - Nada colega. As duas seguem pelo corredor até pararem frente a porta da cozinha.
   - Filomena.
   - Oi.
   - Olha só quem veio nos ver depois de tantos anos?
   - Não me diga que é a Pri?
   - Eu mesma. Abraços e mais confetes ali até que a mulher começa a dizer o que tanto Priscila quer ouvir.
   - Eu o vi há 1 mês atrás, você sabe, hospital é daquele jeito, tem momento que não há quase trabalho, logo em seguida trabalho até demais.
   - Sim eu sei.
   - Mais espere ai, vou anotar pra você o lugar bem direito , sabe ele está no sítio do irmão dele.
   - Sítio, irmão?
   - Pois é, mais uma vez o Téo e suas surpresas.
   - Verdade e que surpresas hein, ele nunca me disse que tinha irmão, até família.
   - Não falou a ninguém, eles eram meio que brigados mais fizeram as pazes há uns dois anos.
   - Téo e seus segredos. Com endereço na mão, Pri se despede delas e sai do hospital, no carro com Diogo eles seguem pela estrada até entrar em uma vicinal meio asfaltada e o restante em cascalhos espalhados.
   - E agora?
   - Vamos seguir, segundo o mapinha que ela nos deu temos de seguir até dobrar e depois continuamos.
   - Tudo bem.
   O carro frente a uma porteira, com uma placa de " Sítio Pura luz".
   - É aqui?
   - Sim.
   - Vou abrir.
   - Não, por favor, espere aqui, eu acho melhor ir sozinha, depois que ele me ver, te dou um toque.
   - Será que tem sinal neste local?
   - Tem, olhe. Ela mostra para ele o seu celular, ambos com torre, pouca mais tem.
   Priscila abre a porteira e segue por entre 2 ruas de Ypês rosas até para numa segunda porteira, esta com cerpentina acima e a cerca eletrificada, do outro lado, 3 cães nada amigáveis.
   Ela bate palma, logo vem uma senhora de cabelos bem branquinhos.
   - O que foi?
   - Boa tarde.
   - Boa.
   - A senhora pode me informar se o Téo reside aqui?
   - O que quer com ele, quem é você?
   - Por favor, diga a ele, sou Priscila uma colega de trabalho, trabalhei muito com ele no hospital, preciso ve-lo.
   - Espere um pouco.
   A senhora entra na casa e logo depois surge com 2 homens fortes e um deles carrega algo ás escondidas, Pri deduz ser uma arma.
   - Senhora.
   - Pode entrar. Ela aciona o dispositivo do portão e este abre-se, Pri entra um tanto ressabiada, os cães a olha-la, porém sem manifestar qualquer investida nela.
   - Boa tarde.
   - Me chamo Ledina.
   - Obrigada d. Ledina.
   - Ledina, só Ledina.
   - Me desculpe, Ledina. Elas caminham por corredores ladeados por portas, ao fim uma enorme varanda seguida de um corredor, um outro bloco e mais portas, já quase ao fim, a senhora bate á porta.
   - Entre.
   Ledina faz sinal para Pri que entra ali, numa cadeira de repouso ao lado da cama.
   - Téo.
   - Olá Priscila, quanto tempo, não.
   29122018...........................
   
   
   
   


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gosto de escrever
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